Postado por Thiago Rodrigo em 12/ago/2026 -
Inserida em uma espécie de ‘caixa’ emoldurada pela marcenaria, neste projeto assinado pela arquiteta Ana Rozenblit a TV não monopoliza a atenção, mas entra como um dos elementos que integram o décor de interiores |Projeto: escritório Spaço Interior | Foto: Kadu Lopes
As maratonas de séries disponíveis nos streamings, as transmissões esportivas ao vivo e até as partidas de videogame transformaram a televisão em um dos principais pontos de encontro dentro de casa. Embora a forma de consumir conteúdo tenha mudado profundamente nas últimas décadas, a tela continua a influenciar a maneira como os ambientes são planejados e ocupados.
Muito antes das Smart TVs reunirem plataformas de entretenimento em um único equipamento, a chegada da televisão ao Brasil, em 1950, já provocou uma mudança na configuração das residências. A sala de estar, tradicionalmente concebida para conversas, encontros familiares e momentos de descanso, ganhou um novo ponto focal. Sofás mudaram de posição, surgiram móveis específicos para acomodar os aparelhos e a arquitetura passou a considerar a presença dos aparelhos.
Comemorado em 11 de agosto, desde 1958, o Dia da Televisão homenageia a evolução e a importância desse equipamento no Brasil. A data faz referência ao dia da morte de Santa Clara de Assis, declarada a padroeira da televisão, e oferece um bom ponto de partida para observar como a evolução desse equipamento caminhou lado a lado com a arquitetura de interiores.
Ao longo de pouco mais de sete décadas, a tecnologia influenciou o layout das salas, impulsionou novas soluções de marcenaria, transformou os projetos de iluminação e redefiniu a forma de viver os espaços da casa.
Antes da televisão fazer parte da rotina das famílias, as salas de estar eram organizadas para favorecer a interação entre as pessoas. Sofás e poltronas voltavam-se uns para os outros, entregando uma configuração que estimulava conversas, leitura e momentos compartilhados.
A chegada da TV mudou essa lógica. A tela passou a ocupar a parede principal da sala e, naturalmente, o mobiliário foi reorganizado para garantir conforto visual. Sofás ganharam um novo posicionamento e surgiram racks, estantes e painéis específicos para acomodar os aparelhos eletrônicos, enquanto o layout passou a considerar distâncias, circulação e diferentes ângulos de visualização.

A evolução tecnológica das televisões também redefiniu a maneira como os ambientes são planejados. Se antes os aparelhos exigiam móveis robustos para acomodar também os equipamentos de som, videocassetes, DVDs e uma grande quantidade de cabos aparentes, hoje o objetivo é exatamente o contrário: fazer com que toda essa infraestrutura praticamente desapareça.
Por isso, os projetos costumam prever, ainda na fase de obra, a localização da televisão, os pontos elétricos, conduítes para passagem de cabos, conexões de internet e suportes de fixação. Esse planejamento permite esconder toda a infraestrutura dentro das paredes ou da marcenaria, resultando em uma composição mais limpa e visualmente organizada.
Quando a instalação não foi prevista antecipadamente, painéis em madeira e móveis planejados tornam-se importantes aliados. Além de esconder a fiação, essas soluções acomodam equipamentos complementares e evitam intervenções maiores na alvenaria.
Essa preparação também amplia as possibilidades de instalação. Dependendo das características do ambiente, a televisão pode ser fixada diretamente na parede, instalada sobre painéis, compor suportes articulados ou integrar estruturas desenhadas sob medida para o projeto.
Antes, a parede da televisão concentrava praticamente toda a atenção da sala. Hoje, a tendência é construir composições mais equilibradas, em que a tecnologia convive naturalmente com os demais elementos do ambiente.
Em vez de dedicar uma parede exclusivamente ao aparelho, a marcenaria incorpora nichos, estantes, livros, obras de arte, plantas e objetos decorativos que distribuem o interesse visual pelo espaço. A televisão continua presente, mas deixa de monopolizar a composição.
Esse conceito acompanha uma característica marcante dos projetos contemporâneos, principalmente em apartamentos e plantas integradas. Em grande parte das residências, a sala de estar também é o espaço destinado à televisão, reunindo diferentes funções em um único ambiente.
Por isso, o desafio da arquitetura deixou o de elaborar uma sala voltada exclusivamente para assistir TV e passou a ser entregar um espaço capaz de acomodar o entretenimento sem abrir mão do conforto e da convivência. O equipamento passa a ser tratado como mais um elemento da composição arquitetônica — importante, mas longe de ser o protagonista.

Assistir televisão envolve, além de escolher uma tela de grandes dimensões, a comodidade visual e a ergonomia que começa ainda na concepção do ambiente. O dimensionamento da televisão deve respeitar as proporções da parede e do espaço disponível, evitando que o equipamento se torne desproporcional em relação ao restante da composição. Da mesma forma, a instalação deve considerar uma altura que favoreça o campo de visão de quem está sentado, reduzindo esforços durante longos períodos de uso.
A distribuição do mobiliário segue o mesmo princípio. Sofás confortáveis, poltronas alocadas de forma estratégica e uma circulação bem planejada permitem que o ambiente funcione tanto para assistir a um filme quanto para receber visitas ou simplesmente aproveitar momentos de descanso.
Ao integrar o painel em porcelanato aos ripados em madeira e ao projeto luminotécnico, a arquiteta Cristiane Schiavoni cria uma linha contínua de iluminação que percorre a parede da televisão, acompanha o teto e chega até a área do sofá | Fotos: Carlos Piratininga
A iluminação também exerce papel decisivo. Projetos luminotécnicos costumam privilegiar luz indireta e temperaturas de cor mais quentes, entre 2.700 K e 3.000 K, propiciando uma atmosfera acolhedora e reduzindo reflexos sobre a tela. Recursos como dimerização e automação oferecem flexibilidade para adaptar a intensidade da iluminação conforme a atividade realizada, enquanto perfis de LED, arandelas e luminárias de apoio ajudam a valorizar texturas, revestimentos e elementos decorativos sem comprometer o conforto visual.
A presença da televisão extrapolou as áreas sociais da casa e passou a fazer parte dos dormitórios, exigindo soluções específicas para garantir conforto e integração estética. Nesses ambientes, a posição da tela deve considerar tanto quem assiste deitado, quanto quem utiliza a cabeceira como apoio para leitura ou momentos de descanso. Quando o alinhamento com a cama não é possível, suportes articulados ampliam a mobilidade do aparelho e tornam a visualização mais confortável.
Assim como acontece nas salas de estar, painéis planejados facilitam a passagem da infraestrutura, escondem a fiação e contribuem para uma composição visual mais organizada. O tamanho da televisão também acompanha as dimensões do dormitório, preservando o equilíbrio entre os diferentes elementos do ambiente.

Postado por Thiago Rodrigo em 08/jul/2026 -
Móveis sem puxadores são uma solução minimalista de design que chamam a atenção das pessoas que desconhecem a funcionalidade. Sem atrapalhar a usabilidade e oferecendo conforto, principalmente em espaços menores, a abertura de gavetas por toque é um diferencial e tanto para o mobiliário. Em gavetas baixas, por exemplo, um leve toque com o joelho ou quadril é suficiente para abrir as gavetas.
Nesse caso, há diferentes tecnologias que garantem a abertura de gavetas por toque. Sejam mecânicas ou elétricas, o mais indicado para o projeto depende da necessidade. As opções de peças para a abertura de fecho por toque são diversas e cabe a escolha pelo tipo e pela marca.
São basicamente três tipos de abertura de gavetas por toque: pressionar para abrir (em inglês é comum de ser chamado “push to open”), pressionar para abrir com amortecimento e com sistema elétrico, do qual uma marca, a Blum, oferece o Servo-Drive.
Com apenas um toque a gaveta faz a abertura completamente sozinha com a tecnologia de abertura elétrica Servo-Drive. Com o sistema elétrico, os móveis sem puxadores abrem com um toque ainda mais leve.
A tecnologia possui o sistema de amortecimento fechando sempre leve e silenciosamente o móvel. Por se tratar de um sistema elétrico, basta um único sistema para controlar o movimento de todas as gavetas – também de portas e sistemas de elevação.
Nesse sistema, as pessoas podem intervir a qualquer hora no ciclo de movimento, tendo sempre o controle completo do móvel. Em quedas de energia, a abertura do móvel com Servo-Drive pode ser aberta manualmente como se fosse um sistema mecânico.

O sistema de abertura com toque mecânico da Blum é chamado de Tip-On. Outra marca, a Bigfer, conta com o “push to open” presente na corrediça Quadro Invisível.
Essa corrediça, além do design clean para as laterais das gavetas por ser uma corrediça invisível, tem deslizar suave e ganho de espaço lateral, se comparado ao trilho telescópico, facilidade na abertura e fechamento e maior estabilidade lateral.
A FGVTN Brasil possui ampla gama de produtos de abertura por toque, com uma tecnologia exclusiva chamada de sistemas One-Touch, que pode ser aplicado também em portas aéreas e dobradiças.
Nas gavetas, podem ser aplicadas em corrediças telescópicas, corrediças ocultas e na gaveta metálica Avantbox. A empresa também possui as soluções com amortecimento.

O Tip-On Blumotion é a tecnologia que une o toque de abertura mecânica da Blum com o uso de amortecedor. Quando usado na tecnologia Tip-On a corrediça não pode ter amortecedor, que na Blum leva o nome Blumotion.
Com essa nova tecnologia Blum, consegue-se usufruir dos dois auxílios de movimento, tanto na abertura como no fechamento das gavetas e portas. Muito indicado também para armários que não fazem uso de puxadores.
O Push to Open Silent da Bigfer tem integrado mecanicamente o sistema de toque e o sistema de amortecimento. Basta fazer um leve toque na frente da gaveta para abri-la, e ao fechar, ela amortecerá.
Postado por Thiago Rodrigo em 01/jul/2026 -
Dormir com o celular ao lado da cama, hábito cada vez mais comum entre os brasileiros, pode estar comprometendo silenciosamente a qualidade do sono e a recuperação do organismo. O estudo da Sleep Foundation, realizado em Harvard Medical School, revela que a exposição à luz azul emitida pelas telas antes de dormir, mesmo que por apenas 13 minutos apenas, reduz em 50%, a produção de melatonina, hormônio responsável por regular o ciclo do sono, dificultando o adormecimento e reduzindo a profundidade do descanso.
Além dos efeitos da tecnologia, especialistas reforçam que a qualidade do sono também está diretamente ligada aos cuidados com o ambiente de descanso e à escolha adequada de colchões e travesseiros. Diante desse cenário, o Instituto Nacional de Estudos do Repouso (Iner) chama atenção para um aspecto complementar, mas igualmente decisivo: a qualidade do suporte físico durante a noite. Segundo o Instituto, além da higiene do sono e da redução do uso de telas, o colchão exerce papel fundamental na continuidade do descanso e na recuperação muscular e postural.
“A luz das telas e a hiperestimulação cerebral já criam uma barreira importante para o início do sono. Mas, mesmo quando a pessoa consegue dormir, fatores como um colchão desgastado ou um travesseiro inadequado podem comprometer todo o ciclo de recuperação do organismo. Quando isso se soma a um colchão inadequado, sem suporte técnico e sem estabilidade estrutural, o impacto no descanso é ainda maior. O corpo e o cérebro precisam trabalhar em conjunto para que o sono seja realmente restaurador”, afirma Cleriane Lopes Denipoti, diretora-executiva do Iner.
Especialistas apontam que, mesmo após conseguir dormir, o organismo precisa passar por ciclos profundos de sono para consolidar a memória, equilibrar hormônios e promover recuperação física. Nesse processo, o alinhamento correto da coluna e a distribuição equilibrada dos pontos de pressão são fundamentais. Por isso, cuidados simples no dia a dia fazem diferença: manter o colchão limpo e bem conservado, respeitar o tempo de vida útil do produto e escolher travesseiros que garantam o alinhamento do pescoço são medidas essenciais para preservar a qualidade do sono.
É nesse contexto que o Selo Pró-Espuma se destaca como referência de qualidade no setor colchoeiro. Coordenado pelo Iner, o programa certifica colchões que passam por rigorosos ensaios laboratoriais de densidade, firmeza, deformação, resistência e durabilidade, garantindo que o produto ofereça suporte adequado ao corpo ao longo de toda a noite.
“O consumidor costuma relacionar qualidade do sono apenas a hábitos comportamentais, como evitar o celular antes de dormir, o que é muito importante. No entanto, a escolha de um colchão certificado e adequado ao biotipo, assim como o uso de travesseiros de qualidade, são fatores determinantes para um sono profundo e contínuo. O Selo Pró-Espuma assegura que esse suporte foi testado e validado”, destaca Cleriane.
O Iner reforça que o sono de qualidade depende de um conjunto de fatores: ambiente escuro, redução de estímulos eletrônicos, rotina regular e escolha de colchões certificados, com densidade e desempenho compatíveis com o biotipo do usuário. Mais do que evitar o uso do celular à noite, investir em produtos certificados e adotar boas práticas de cuidado com colchões e travesseiros é um passo fundamental para garantir saúde, bem-estar e qualidade de vida.

O Instituto Nacional de Estudos do Repouso (Iner) atua desde 1984 com o propósito de elevar a qualidade e a padronização do mercado de colchões no Brasil. Pioneiro na criação da tabela de biotipo e do Certificado Pró-Espuma, o Iner combina conhecimento técnico, estudos científicos e tecnologia para promover produtos de alto desempenho e segurança. Em parceria com empresas e marcas do ecossistema do sono, fomenta a conscientização do consumidor, a capacitação de profissionais e a valorização de seus associados, fortalecendo uma cultura de excelência, integridade e sustentabilidade.
Postado por Thiago Rodrigo em 27/fev/2024 -
A união da autenticidade com a inovação encontra no maximalismo um terreno fértil para projetos de arquitetura e design de interiores. Deixando de lado a simplicidade e valorizando a criatividade, esse estilo tem sido cada vez mais destacado. Profissionais entendem a necessidade de personalizar os projetos, misturando o tradicional e o contemporâneo para atingir uma identidade visual mais próxima ao idealizado pelo cliente.
Uma tendência de decoração que tem crescido especialmente em grandes centros urbanos, o maximalismo vem sendo explorado por criativos profissionais. Uma delas é Karolinna Venturi, que vem assumindo um posicionamento de mercado ligado a essa corrente, levando o nome da arquitetura máxima para suas criações.

“Meus projetos são para pessoas que buscam ir além”, explica a arquiteta. “Gosto de acolher as ideias e proporcionar uma jornada aos detalhes, desvendando e revelando a essência de cada lugar, fugindo do convencional e maximizando a personalidade do cliente”. Os projetos ganham mais identidade ao destacar o valor humano, e não um estilo da arquitetura. E o maximalismo permite isso.
O arquiteto norte-americano Robert Venturi é um nome fundamental desse estilo. Indo na contramão do minimalismo, disse a expressão “less is bore” (menos é chato), contrapondo ao “menos é mais” que correntes tradicionais do minimalismo promovem.
Mas o conceito vai além de apenas brincar com o exagero. O maximalismo tem ganhado força com conceitos de exclusividade. Criar espaços personalizados que reflitam as personalidades dos moradores é um dos pontos centrais em projetos de arquitetos que seguem essa linha.
Quanto mais referências tem um cliente, mais interessante se torna para o profissional explorar as possibilidades do projeto residencial. “A arquitetura máxima combina com um cliente que viaja, que tem referências diversas e quer seu toque pessoal”, Karolinna afirma. “Mais do que espaços que nos abrigam, nossas casas são reflexos dos nossos desejos, gostos e referências. Se temos personalidades fortes, por que nossas casas não são uma expansão disso?”.
A partir desses pontos de referência trazidos pelo cliente, a arquiteta pode apostar na criatividade e seguir por outras características do estilo. A mescla de cores, texturas e estilos é ponto de partida para composições inusitadas, mas carregadas de harmoniza visual. O storytelling faz parte do projeto.
“Gosto de entender quais objetos têm um peso emocional para o cliente e valorizá-los na composição”, conta a arquiteta. Isso cria um ambiente único, exclusivo, porque não se trata apenas de um objeto, mas de uma relação afetiva com o item que se torna essencial ao ambiente. “O cliente precisa se sentir em casa, e não em uma foto de revista”, define.

Em sua terceira participação na Casacor Paraná, Karolinna apresentou esses conceitos em um ambiente inovador. O espaço Casa Cucina revelou um novo olhar para a cozinha brasileira. Uma ilha central com bancada em mármores Preto São Gabriel e Branco Paraná era destaque, aliada a peças de aço inox industrial e uso de cores como esmeralda e framboesa.
A união de referências, texturas e cores criou um ambiente inovador sem deixar de demonstrar o sentimento intimista que a cozinha tem. O espaço foi um dos grandes destaques da edição, ganhando o prêmio de Projeto Mais Ousado da edição.
O maximalismo propõe uma resposta às muitas regras de estilos mais clássicos. Está atento ao que é tendência, mas de uma maneira que converse com as necessidades do cliente. “É sobre não ter medo de propor uma solução diferente, propor novidades”, conta Karolinna Venturi.
O estilo mais livre e autêntico permite ainda ao profissional explorar a criatividade de forma ousada. “Busco provocar viagens dentro dos espaços, exalando liberdade e personalidade, brincando com o inesperado para compor conceitos marcantes e refinados”.
– Estilo contemporâneo no mobiliário
A conexão entre cliente e arquiteta enriquece o projeto dentro desse estilo. A criatividade, a troca de ideias e a confiança geram uma residência que consegue traduzir a personalidade de um cliente autêntico, ousado e com um estilo de vida refinado e inovador.
“A arquitetura máxima é para quem não se contenta com pouco e valoriza uma experiência personalizada de imersão. Proporciono uma jornada através dos detalhes escolhidos cuidadosamente, guiando sua imaginação e proporcionando o encontro da liberdade com a identificação”, define a arquiteta.

Postado por Thiago Rodrigo em 13/out/2023 -
Dimensionar mobiliários para ambientes de forma adequada é um dos segredos para uma arquitetura de interiores eficiente e harmoniosa. A capacidade de equilibrar ambientes grandes ou pequenos por meio da definição inteligente do mobiliário é uma arte que requer uma compreensão profunda sobre as proporções e a estética.
Ao longo de sua carreira, arquiteto Pietro Terlizzi ressalta sua obstinação por avaliar, de forma minuciosa, todas as necessidades envolvidas no projeto e, ao mesmo tempo, entregar um visual atraente e com as referências determinadas para o projeto de mobiliários para ambientes.

“A proporção é a chave para evitar os erros”, inicia Pietro. Segundo ele, evitar o excesso de móveis é fundamental para manter o espaço arejado e, além disso, a escolha dos materiais e as cores também desempenha um papel importante na busca pelo uso confortável dos móveis no dia a dia. “A marcenaria muito bem estudada e sob medida é a solução que dita as dimensões que se encaixam perfeitamente”, sugere.
Em grandes espaços, o arquiteto revela sua predileção por desenhar a marcenaria, uma vez que, com essa personalização, ele obtém um preenchimento adequado. “Olho o layout para identificar os pontos que melhor se encaixariam com um determinando móvel, considerando sempre o objetivo principal”, explica. Ainda segundo ele, a parcimônia deve acompanhar as decisões para não incorrer no risco de inserir mais do que o projeto realmente precisa.

Ele exemplifica uma sala de estar ampla que, em vias de regra, pediria por uma estante: em uma situação como essa, a leveza para evitar a sensação de um grande bloco pode estar na execução de fundos vazados que trarão o senso de conformidade. “Outra alternativa seria não elevar a estante até o teto, de forma a delimitar uma altura agradável, mesmo em uma dimensão maior”, sugere Pietro.
Opções de mobiliários para ambientes amplos: painéis e estantes são ótimas opções para entregar pontos de destaque. “Gostamos de mesclar esses elementos, seja para criar um nicho e oferecer um bar elegante ou adicionar uma bancada perfeita para um home-office funcional”, enumera o profissional.

Já em espaços menores, o arquiteto aconselha não sobrecarregar o layout com móveis volumosos ou escuros. O caminho sugerido por ele é o de trabalhar com uma paleta mais suave tanto nas paredes, como no mobiliário, para conquistar a sensação de amplitude e, se possível, estudar o uso estratégico de espelhos, que podem estar em halls de entrada para refletir a luz e ajudar na percepção de que o imóvel é maior do que realmente é.
Pietro esclarece que as áreas compactas são desafiadoras e, mais uma vez, enaltece a marcenaria sob medida com a ferramenta para resolver o x da questão. “Esse raciocínio possibilita otimizar o espaço com ideias inteligentes de armazenamento como gavetas ocultas e prateleiras verticais, bem como explorar a multifuncionalidade de camas retráteis e mesas com rodinhas”, especifica.
Opções de móveis para ambientes pequenos: versatilidade deve ser a resposta para peças como camas retráteis, sofá-cama e mesas expansíveis. “O bacana é que eles podem ser recolhidos quando não estão em uso ou serem facilmente movimentados, se preciso for”, conclui o Pietro.

Postado por Thiago Rodrigo em 21/ago/2023 -
Resistência, durabilidade e facilidade de limpeza são alguns atributos dos tecidos bem-vindos em ambientes frequentados por crianças e pets. Nesta sala, o sofá recebeu tecido Suedine, da Dino Zoli Brasil | Foto: Dino Zoli Textile
O estofado é o protagonista da sala e o queridinho quando se quer conversar, receber os amigos, assistir filmes, maratonar séries ou até curtir os momentos de leitura. Portanto, o local preferido das horas de descanso e lazer merece atenção máxima, principalmente, quanto à escolha do tecido do sofá, já que não são raros os pequenos acidentes, como derrubar líquidos ou lidar com o xixi do cachorrinho recém-chegado em casa.
Para não se preocupar com nenhum desses inconvenientes e ter a garantia de um revestimento durável e lindo por longo tempo, a Dino Zoli Brasil, marca italiana de tecidos, apresenta recomendações certeiras, desde quem contratar para confeccionar o estofado até os cuidados com limpeza e manutenção.

Cada ambiente pede um tipo de tecido, seja pelo visual pretendido, com o emprego de padronagens, texturas e cores, seja pela aplicação recomendada, a exemplo de varandas e áreas abertas, sujeitas à incidência direta do sol e às intempéries, que exigem tipos com alta resistência ao desbotamento.
O formato do móvel também impacta na seleção do tecido. “A ajuda de um profissional (arquiteto ou designer de interiores) é sempre o caminho ideal para fazer a melhor escolha”, fala Ricardo Gomide, gerente comercial da Dino Zoli Brasil.
Além do fator estético almejado, é essencial que o modelo atenda requisitos de qualidade que refletem na sua durabilidade, tais como: resistência à abrasão, ou seja, o quanto o tecido aguenta o desgaste do atrito do seu uso, e ao pilling, também conhecido como a formação daquelas bolinhas indesejadas na superfície; solidez da cor à luz e ao esfregamento; gramatura e estabilidade com encolhimento reduzido após lavagens.
A contratação do tapeceiro, profissional indicado para executar e reformar o estofado, é crucial e merece todo rigor. “Pedir sugestões em lojas especializadas em tecidos para decoração é a melhor maneira de fugir de problemas indesejados”, afirma Elizabete Serpa, CEO da Dino Zoli.
Cada tecido exige uma regulagem adequada da máquina de costura, assim como a linha a ser usada, por isso, o máximo de cautela na seleção do tapeceiro nunca é demais. “Solicitar informações sobre os diferentes tipos de tecidos, acabamentos e aplicações nas butiques experts também é uma ótima pedida”, conta Ricardo Gomide.

Tanto a meninada que adora subir no sofá com canetinhas em mãos como os animais de estimação requerem atenção em particularidades que vão além da manutenção no dia a dia.
Recomenda-se pesquisar por fornecedores que trabalham com tinturarias certificadas para evitar tecidos que possam ter em sua composição ou acabamentos compostos nocivos à saúde.
Em relação à durabilidade e à limpeza, a orientação é eleger tecidos com maior resistência à abrasão aliado a acabamento de alta performance contra manchas de sujeira que prolongam a vida útil.

Já foi o tempo em que se recomendava impermeabilizar o tecido de um sofá. Se a ideia é não se preocupar com aquela taça de vinho, sorvete ou os respingos de molho de tomate, hoje em dia, conseguimos encontrar no mercado uma grande variedade de alternativas com soluções mais modernas, resultando em alta performance contra manchas e sujeiras.
No tecido com o acabamento Easy & Clean by Dino Zoli, feito em ambiente industrial, as fibras são completamente submersas no produto e, depois, seco e termo fixado em temperatura e velocidade controlados.
Essas fibras tratadas criam uma barreira às manchas e sujeiras, sem alterar a aparência, coloração ou o toque dos materiais. Isso também confere propriedades antiácaros, antimicrobiano, antibacteriano e antiaderentes, evitando que a sujeira penetre profundamente.
Vale saber que impermeabilizar o tecido quando ele já está aplicado no móvel acarreta a perda de sua garantia e não impede marcas de determinados líquidos, como café e vinho. Outro aspecto é que o produto perde a eficiência rapidamente.
Por ser um processo manual, a aplicação pode se concentrar irregularmente mais em algumas partes do que em outras. A secagem é também danosa ao tecido, por ser realizada com uma ferramenta que aquece em temperatura não controlada e muito variável. “Além disso, nem todo tecido pode ser impermeabilizado. Existem opções incompatíveis com o processo ou com o produto”, orienta Ricardo Gomide, da Dino Zoli Brasil.
É fundamental seguir a orientação do fabricante, assim como os símbolos de cuidados de conservação, presentes nas etiquetas. Para cada tipo de tecido existe um processo de limpeza recomendado, que vai ajudar na conservação e evitar danos.
Entre os erros mais frequentes, estão o uso de produtos de limpeza com agentes químicos muito fortes ou alvejante na composição, além de tentar remover manchas com escova ou esponja abrasiva.
Postado por Thiago Rodrigo em 06/jul/2023 -
A preocupação do consumidor com bem-estar é cada vez maior. As pessoas estão mais focadas em melhorar a saúde com atividades físicas e melhores práticas alimentares. A busca por um sono de qualidade também faz parte do desejo das pessoas, pois dormir bem é um dos pilares da saúde. Atento a isso, as indústrias lançam a cada ano tecnologias para colchões de modo a ajudar na melhora do sono.
Dentro desse mercado do sono, inovações e tecnologias para colchões visam atender os desejos dos consumidores. Afinal, o colchão influencia muito a vida das pessoas. Se elas dormem mal, com o tempo podem desenvolver estresse e problemas de saúde.
“Hoje, temos mais de 450 fabricantes de colchões no Brasil e, infelizmente, ainda temos fabricantes que brigam somente em preço, deteriorando a qualidade do produto”, enxerga a diretora executiva do Iner – Instituto Nacional de Estudos do Repouso, Fabiana Blanco Manzano.
– Lembranças da infância na decoração de ambientes
Ela pondera que o brasileiro não troca de colchão como recomendado e, muitas vezes, dorme mais de 15 anos no mesmo colchão quando o recomendado é trocar a cada cinco anos. “Imagina como fica a coluna se compra um produto de baixa qualidade e fica dormindo nele por dez, quinze anos? Nós trocamos muito mais de carro que de colchão, por isso sempre explico que é melhor investir um pouco mais e garantir a qualidade do produto que estamos comprando”, observa.
Assim, mais do que um produto de qualidade é preciso um produto com tecnologias de qualidade e que propiciam diversas características especiais aos colchões para o melhor biótipo os indivíduos têm e sensação que as pessoas desejam durante o descanso. Confira algumas delas:
A tecnologia gel é uma das maiores novidades recentes por absorver parte do calor do corpo e proporcionar grande conforto térmico no uso do colchão. O sistema gel pode ser componente do sistema convencional de PU. Há também viscoelásticos de poliuretano para serem produzidos em blocos e que pode ser aplicada nos pillowtops dos colchões.
A espuma látex é um produto que tem disponível no mercado nas versões natural, com gel e com biocrystal. Esse último é uma tecnologia inovadora composto de vários cristais 100% naturais que podem ser aplicados misturados na espuma ou internamente no colchão e energizam o corpo durante o sono.

A carga de suporte do molejo depende do fabricante e da quantidade de molas por metro quadro, mas na média, segundo a Associação Brasileira da Indústria de Colchões (Abicol), por pessoa as molas Bonnell suportam até 90 kg; Pocket (ensacado) até 90 kg; Superlastic até 110 kg; LFK até 120 kg; Miracoil até 150 kg.
Essa questão da definição de como se mede o suporte ainda está em aberto, existindo inclusive um comitê específico na Abicol trabalhando nisso. Independentemente disso, há uma tendência para o aumento do consumo de molejos ensacados que proporciona individualidade, isto é, o movimento da pessoa não é sentido em outras regiões do colchão.
Uma das últimas tecnologias para colchões são os molejos Multi Suporte, Edge e Nanocoil®, além do equipamento L-Metrix. O molejo Multi Suporte é ensacado de 23 cm de altura com dois estágios, sendo o primeiro de conforto e o segundo com suporte. Proporciona a possibilidade de redução da espessura da espuma utilizada na camada de conforto.

O Edge é ensacado com 18 cm de altura e dispensa uso de borda de espuma que proporciona uma vida útil 28% maior que as bordas tradicionais e deixa o colchão fica mais fresco, pois o ar circula mais facilmente por não ter a borda de espuma, gerando ganhos na produção.
O molejo Nanocoil® tem 3 cm de altura destinado ao uso na camada de conforto do colchão. Proporciona alto conforto e reduz drasticamente ou elimina a necessidade do uso da espuma na camada de conforto do colchão. Por fim, o L-Metrix é um equipamento para o varejo que tem a capacidade de indicar qual a melhor tecnologia de molejo ou colchão para a pessoa ou casal que fizer o teste.
A Oke do Brasil tem a tecnologia Goodside que é um estrado para cama que substitui os estrados de madeira utilizados. Outro produto é o Fusion, que foi desenvolvido para ser utilizado no interior dos colchões com o objetivo de fazer a função do estrado do próprio colchão.
Com o Goodside não há desgaste dos colchões devido à formação de fungos, pois o produto não é de madeira. Além disso, possibilita uma fácil higienização, sendo altamente indicado para aplicações hospitalares e hoteleiras. Ele tem também um alto desempenho em longo prazo, pois não perde propriedades mecânicas de flexibilidade e resistência.

Postado por Thiago Rodrigo em 28/jun/2023 -
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Postado por Thiago Rodrigo em 26/maio/2023 -
Com a integração dos ambientes cada vez mais constante nas residências atuais, alguns cômodos acabam dividindo o mesmo espaço, tornando o contexto ainda mais funcional, versátil e prático. Um bom exemplo disso são as copas e cozinhas que, muitas vezes, por estarem sempre no mesmo local, muitas pessoas acabam não sabendo a diferença e a proposta de cada um desses espaços.
Em linhas gerais, a cozinha compreende o layout que engloba os eletrodomésticos, como geladeira e fogão, e uma área voltada para o preparo dos alimentos no dia a dia. Enquanto isso, a copa se caracteriza por ser o lugar onde os moradores fazem suas refeições de maneira tranquila e confortável.
– Diferença entre MDF e MDP nos móveis
“Muitas pessoas ainda se confundem sobre as funções da copa com a cozinha ou não dão a devida importância para esse espaço da casa. Todavia, é sempre bacana relembrar que ambos fazem parte do cotidiano dos moradores” explica a arquiteta Isabella Nalon, à frente do escritório que leva o seu nome.
A profissional ainda ressalta dizendo que essa integração torna tudo mais prático. “De acordo com o perfil da família e do tamanho do ambiente, é possível estabelecer as medidas necessárias para a construção do local voltado para refeições”, completa.

Uma das principais vantagens dessa conexão é a praticidade de preparar as refeições e comer em um só lugar, propiciando assim, mais praticidade na organização e até na limpeza dos ambientes.
Além disso, quem estiver à frente da cocção para o almoço e jantar tem a oportunidade de contar com a companhia de familiares e amigos para bater um papo ou degustar de um aperitivo. Segundo Isabella, outros benefícios dessa união se constituem nos ares modernos e a possibilidade de aproveitar, com primazia, espaços mais compactos.
“Além de permitir essa interação entre quem está cozinhando e quem está aguardando, esse tipo de layout produz a sensação de amplitude, que é super bem-vindo nos mais diversos cenários, principalmente nos pequenos, fazendo toda diferença”, explica.

Antes de montar a copa, faz-se necessário estudar o layout. De uma forma geral, o ambiente é composto por uma mesa e cadeiras confortáveis para que as refeições se tornem mais agradáveis. Contudo, não existe uma regra: tudo dependerá da imaginação e das necessidades dos moradores.
“Os itens podem ser executados sob medida e pode contar com a mesa acoplada nos armários da marcenaria; ser de pedra, acompanhando a ilha central, ou até mesmo solta. Bancos, banquetas, cadeiras e um sofá, no estilo canto alemão, estão relacionados entre as possibilidades de assentos”, destaca a arquiteta.
No que diz respeito aos acessórios, descansos de pratos e panelas, taças, copos, talheres e pratos, estão entre os utensílios domésticos que dão mais agilidade ao cotidiano dos moradores quando estão dispostos na copa.
Porém, nessa separação, vale destacar que os objetos voltados ao preparo das receitas, como panelas e colheres, entre outros, devem ficar exclusivamente na cozinha, também com o intuito de facilitar o processo.

A decoração é outro fator essencial para quem pensa em ter uma copa. Ela não precisa seguir o estilo da cozinha, assim os moradores têm a liberdade de deixar o espaço personalizado por meio da aplicação de papel de parede, instalação de quadros, pinturas diferentes ou espelho.
Agora, se o cliente desejar um décor mais tradicional, é possível apostar em revestimentos como cerâmicas em forma de azulejos, ladrilhos e pastilhas, elementos indicados para quem busca um ambiente resistente à umidade e de fácil limpeza. Pensando no aconchego, o revestimento que simula madeira também vai muito bem.
Uma boa iluminação valoriza ainda mais a copa, pois agrega sofisticação e a sensação de amplitude, além de evidenciar pratos e louças no momento do almoço ou jantar.
“Pendentes posicionados em cima da mesa são excelentes”, enumera Isabella. Agora, para quem mora em casa, projetar uma grande janela, além de contribuir na iluminação e ventilação natural, oferece uma boa vista durante as refeições.
Assim como a cozinha, a copa demanda alguns cuidados para que se tenha a comodidade que se pede nesse ambiente. Portanto, é imprescindível a escolha de materiais duráveis e um mobiliário prático e fácil de limpar.
“Cadeiras e bancos com boa ergonomia para receber bem as pessoas também é primordial. Além disso, uma iluminação adequada e focal transforma o clima, conferindo bem-estar para aqueles que gostam de ler um livro, uma revista, acompanhar as notícias no telejornal ou no celular durante o café da manhã”, conclui Isabella.
Postado por Thiago Rodrigo em 18/maio/2023 -
A mobília faz toda a diferença em um ambiente. Seja em uma residência ou em espaços coorporativos, ela permite diversas combinações, possibilitando um mar de personalidades ao local. Sendo assim, quando se investe em um mobiliário, é preciso atentar-se quanto a qualidade dos itens, adotando alguns cuidados para com ele, como forma de prolongar a durabilidade do material. Assim, a Simonetto indica como conservar a qualidade do mobiliário por mais tempo.
Para auxiliar quem busca maneiras eficazes de higienizar e conservar os móveis, aumentando seu tempo de vida útil e garantindo que eles permaneçam novos por muito mais tempo, a marca especializada em mobiliário planejado dá algumas dicas.
Rotina de limpeza
Faxinas periódicas evitam o acúmulo de sujeira e poeira. Já as mais intensas, realizadas em ciclos maiores de tempo, são eficazes contra o aparecimento de fungos e cupins, em especial nos fabricados em madeira.
O recomendado é que a higienização seja feita com um pano de 100% algodão, evitando assim, riscar o móvel. Para apenas retirar o pó, somente o pano seco é suficiente.
Contudo, para as sujeiras mais difíceis, o ideal é usar uma flanela umedecida com água e sabão ou detergente neutro e, em seguida, utilizar outra umedecida apenas para retirar o sabão, finalizando com um pano seco.
Não use outros produtos, eles contêm químicos que podem prejudicar o tratamento da madeira e dos MDF laminados.
Cuidado com a umidade
A água é uma grande inimiga do mobiliário, especialmente os que são confeccionados em madeira ou feitos de MDF ou aglomerado. O líquido é absorvido pelo material, que incha e começa a esfacelar.
É preciso cuidado na limpeza. Não se deve borrifar nenhum líquido diretamente nos móveis. Quanto aos que vão até o chão, a atenção deve ser redobrada. Por mais vedados que sejam, o acúmulo de umidade pode causar infiltrações e, consequentemente, danificar a estrutura da mobília.
– Seis ambientes com móveis coloridos
Além disso, umidade em excesso pode gerar mofo. O mais indicado é posicionar os móveis com um recuo de aproximadamente 2 a 3 centímetros da parede, permitindo a circulação de ar e o evitando contato com um possível “suor” da alvenaria, não o absorvendo.
Atenção ao posicionamento do móvel
O local que o móvel está instalado pode afetar sua durabilidade. Não é ideal posicioná-los em ambientes que possuem uma exposição contínua ao sol. O contato com os raios solares pode queimar e escurecer a madeira, por exemplo. Uma boa opção é investir em cortinas, impedindo a entrada da luz.
Respeite as limitações da mobília
Os móveis são projetados para atender necessidades específicas, sendo assim, apresentam limitações de peso e suporte. A distribuição incorreta dos objetos armazenados pode estragar o material, impactando negativamente quanto a sua durabilidade. Por isso, é importante respeitar a sua finalidade e entender qual é a sua capacidade.