Postado por Thiago Rodrigo em 04/maio/2023 -
Em um passado não muito distante o mobiliário era, integralmente, de madeira. O tempo passou e novas tecnologias foram criadas. Se antes eram apenas dobradiças e corrediças que compunham o móvel, hoje há uma infinidade de acessórios e componentes que fazem parte do móvel. Eles facilitam o uso por você, dando diferentes níveis conforto durante o uso.
São denominadas ferragens, independentemente do tipo de metal fabricado ou função empregada. Grande parte destes produtos são feitos em aço, seja carbono (mais comum) ou inox (mais nobre), alumínio e zamac. Esse último tem ganhado cada vez mais espaço na fabricação dos puxadores devido à facilidade para o desenho de peças que exigem formas detalhadas e com melhor acabamento. Existem também acessórios produzidos em plásticos.
A escolha de uma boa ferragem é determinante para um bom desempenho de um ambiente como um todo. Quanto menos aparente, melhor, afinal, a ferragem deve garantir a funcionalidade sem interferir no design do móvel.

Os acessórios e componentes evoluíram com o passar do tempo, de modo a, principalmente, proporcionar melhor usabilidade e praticidade pelo usuário.
O maior avanço foi nos sistemas de amortecimento “soft closing”, no qual praticamente todos os sistemas de abertura e fechamento de portas e/ou gavetas, contam com algum tipo de acessório para amortecer o movimento.
Gavetas com extração total e trilhos invisíveis, no qual não se vê a ferragem ao abrir a gaveta, são outra evolução. Esse produto faz muito bem sua função pois, ao mesmo tempo que é um ferragem funcional, esteticamente cria muito valor ao móvel, pois fica oculta na parte de baixa da gaveta.
Articuladores elétricos, elevadores de TV, iluminação e produtos inteligentes para construção de móveis têm sido destaque em feiras e eventos do setor moveleiro, abrindo as possibilidades de projeto para a marcenaria e a indústria de móveis de alto padrão.
Por sua vez, puxadores que utilizam uma quantidade menor de material e que facilitam a colocação tanto pelo marceneiro quanto pela usuário final, se destacam. Em puxadores, os principais avanços tecnológicos ocorridos foram em torno da matéria-prima, principalmente nas resinas termoplásticas e aditivos.
Outra transformação foi no conceito dos acessórios e componentes para móveis. Buscam-se produtos exclusivos e capazes de, realmente, agregar valor ao móvel pela combinação entre estética e funcionalidade.
Com a evolução e com os espaços nas casas cada vez menores, os acessórios e componentes para móveis foram se adaptando a essa nova realidade com matérias-primas novas (plásticos de engenharia) e com releitura de materiais já utilizados (dobradiças de aço com mola), por exemplo.

Dentro das evoluções de acessórios e componentes para móveis, alguns tipos perderam ou estão perdendo espaço no mercado. As corrediças de roldana, por exemplo, estão perdendo espaço para as corrediças telescópicas. Todavia, as corrediças invisíveis já estão ganhando o lugar das telescópicas no mobiliário de alto padrão.
As gavetas metálicas estão cada vez mais presentes nas cozinhas brasileiras e os puxadores metálicos voltam a ganhar lugar frente aos perfis de alumínio comum. Uma tendência é o uso de portas de correr na cozinha, tanto para armários aéreos, quanto para grandes despensas.
As dobradiças comuns (sem sistema de amortecimento) também perdem espaço Primeiramente devido à escassez no mercado e, em segundo lugar, pelo avanço na linha de dobradiças com amortecimento integrado. Os articuladores e sistemas para gavetas estão cada vez mais ganhando espaço no lugar de dobradiças, que têm sido cada vez menos utilizadas.

Cada fabricante de ferragens pode definir sua linha e a sua forma de separar o que são acessórios e o que são componentes. Por sua vez, em teoria, os componentes são ferragens necessárias para a construção do móvel, como dobradiças, corrediças, enquanto os acessórios são os itens complementares, como cabideiros e rodízios.
Os acessórios agregam valor ao mobiliário – seja nos quesitos estético ou funcional. Podem ser acoplados aos móveis, como organizadores, porta-utensílios, cabideiros, escorredores, sapateiras, etc. Os puxadores, apesar de funcionais, tem um apelo decorativo.
Cada tipo de ferragem ainda conta com suas categorias. Dobradiças (de caneco, invisível, piano, etc.); corrediças (apoiadas, telescópicas e invisíveis); puxadores (de vários materiais diferentes como plástico, alumínio, zamac ou aço inox); dispositivos de montagem (VB, Rastex, parafusos, etc.); suportes de fixação (como cantoneiras e outros fixadores), sistemas de portas de correr (apoiados, suspensos, coplanares e sanfonados), sapatas e pés (sistemas reguláveis aparentes ou invisíveis dentro no móvel).
Tudo para oferecer o melhor para a funcionalidade e estética do mobiliário.
Postado por Thiago Rodrigo em 11/abr/2023 - 1 Comentário
O consumidor pode engrandecer o nível de seu mobiliário com a pintura. Com a arte de pintar o mobiliário aplicado pelas indústrias de móveis e pelos marceneiros, pode-se ter diferenciação e personalização com cores, texturas, efeitos, uso de lâminas de madeira e, claro, acabamentos. São vários os tipos de pintura de móveis, oferecendo inúmeras possibilidades de acabamentos.
O diretor de uma fabricante de tintas que pintam o móvel, Marcelo Cenacchi, da Sayerlack, salienta: “As possibilidades de acabamento são infinitas e a escolha de um ou de um conjunto deles deve estar intimamente ligado ao design do móvel em sua concepção e, claro, ao desejo do consumidor”, afirma.
“Como o consumidor está mais exigente, seu comportamento de compra é semelhante ao de qualquer outro produto: ele pesquisa, compara, analisa; e está cada vez mais consciente do valor do seu dinheiro. Ele quer ser surpreendido e encantado, almeja a beleza, a qualidade e a harmonia dos móveis e objetos nos ambientes”, ressalta o diretor da Sayerlack.
Antes de realizar a pintura e acabamento do móvel sob medida, é importante saber a diferença entre as tintas que vão realizar os vários tipos de pintura de móveis. Existem opções como poliuretana (PU), ultravioleta (UV) e nitrocelulose (nitro). Todas essas tecnologias contam com vasta gama de acabamentos.
Os produtos UV oferecem também muitas opções, só que requerem equipamentos e túneis específicos para sua utilização e secagem. Por isso, é aplicado pela indústria de móveis em grandes linhas de pintura, embora recentemente foi criado um equipamento para cura UV pela marcenaria.
A tecnologia PU é extremamente versátil, pois possibilita acabamentos diferenciados em muitas opções de textura, opacidade e cores, além de ótima resistência física e química.
Por fim, a tecnologia nitro tem certas limitações quanto a resistência física e química, mas ainda utilizada e que pode atender demandas específicas.

Entre os acabamentos disponíveis com a pintura do móvel sob medida, arquitetos, marceneiros e designers podem criar superfícies brilhantes, foscas e acetinadas (que tem brilho intermediário entre brilhantes e foscos). Isso além das nuances e combinações com texturas da própria laca, em versões texturizadas e micro texturizadas.
Por sua vez, o toque natural da madeira também é possível com a pintura do móvel sob medida. Na madeira maciça, pode ser aplicado vernizes como o Naturalíssimo, da Sayerlack, que é super fosco e confere um acabamento praticamente invisível, com toque idêntico ao da madeira natural.
– Ambientes com móveis coloridos para se inspirar
Caso se opte por revestir o MDF, as lâminas de madeira natural proporcionam visual e toque idênticos à madeira maciça e recebe o verniz Naturalíssimo, além de terem um grande apelo na questão da sustentabilidade, pois são produzidas de forma controlada, com madeira de reflorestamento.
Além do uso dos acabamentos citados, pode-se fazer a combinação deles com diferentes materiais como madeira, mármore, tecido, vidro, entre outros. Nesse sentido, a Sayerlack possui uma solução para diversos substratos que compõem o móvel, como vidro e metal.

O acabamento laqueado é conhecido por ser o mais alto padrão de pintura de um móvel. As lacas envelopam o design por meio da pintura impecável e nos mínimos detalhes de bordas, rebaixos, frisos e espaços vazados. As cores possuem mais de 8 mil tonalidades multiplicadas por seus acabamentos acetinado, fosco e brilhante.
Caso você não saiba, o fosco também é chamado de matte, o brilhante é conhecido como de alto brilho ou high gloss, enquanto o acetinado é acetinado mesmo. Há também o acabamento metalizado, além da já citada sensação tátil das lacas texturizadas e micro texturizadas.

Postado por Thiago Rodrigo em 04/abr/2023 -
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Postado por Thiago Rodrigo em 16/mar/2023 - 1 Comentário
Responsáveis por uma série de estímulos, as cores são responsáveis por despertarem as mais diversas sensações quando adentramos em um ambiente com móveis coloridos. O escritor americano Faber Birren, em seu livro “Color Psychology and Color Therapy”, afirma que as cores influenciam diretamente nas decisões que tomamos durante o dia. Segundo o autor, nosso cérebro associa cada cor a diferentes emoções e cada uma delas tem ação individual em ações humanas.
– Dia do Consumidor é oportunidade de repaginar sua casa
Desse modo, por que não utilizarmos as cores como aliadas na hora de reformar ou de iniciar um projeto de decoração? A tarefa de escolher a paleta perfeita pode não ser fácil, mas pode tornar qualquer ambiente muito mais agradável e divertido. O ideal é optar por cores que fazem sentido com a intenção do morador para o cômodo escolhido, aliando a proposta ao gosto pessoal de cada um. Conheça alguns projetos: Leia mais sobre cores no site parceiro
O home office não precisa ser um espaço sem graça! Para quem trabalha de casa, criar um visual mais natural e divertido para o home office pode ser uma boa estratégia. Neste espaço projetado pela arquiteta Carla Grudtner, além do bom aproveitamento da luz natural e de um décor mais minimalista, o uso do MDF Amazônia, da Sudati, na estante auxilia na criação de um espaço fluído e agradável com móveis coloridos.

Para esta casa modular de 80 m2, a arquiteta Juliana Loffi apostou no rosa como grande protagonista do espaço. O ambiente conta uma arquitetura conceito e com muitos significados, inspirada em sua própria experiência de vida. A profissional enfrentou um tratamento contra o câncer. Para contrapor com a cor e trazer equilíbrio ao espaço, o teto foi revestido com o MDF Carvalho Milenar, da Sudati, que tem a característica que remete à madeira lixada, de cor muito clara com um toque aquecido.

Garantir uma arquitetura que fosse imponente e, ao mesmo tempo, despojada e impactante. Essa foi a proposta da arquiteta Anna Maya para este home theater, de 60 m2. Para fortalecer a proposta a profissional apostou numa paleta de cores, que mescla nuances de terracota, e também no revestimento Pau-Ferro, da Sudati, presente nos painéis dispostos por todo o ambiente.

Muita personalidade marca o projeto de Natália Xavier para este Loft. A cor vinho é a grande protagonista do espaço, gerando um efeito de profundidade e expressão. Contrastando com o tom de vinho, entram o MDF Jequitibá, da Sudati, os tapetes em tons crus, roupas de cama claras e cortinas brancas, que compõem com leveza e aconchego o espaço.

Quem foi que disse que o entorno não pode servir para trazer cor aos espaços? Neste projeto feito para uma casa de vidro, assinada pela arquiteta Daniela Engel, da Pluria Arquitetura, a natureza que envolve a casa é a responsável por dar um toque de vida e cor aos espaços. Para valorizar o natural, para o décor a profissional optou por uma paleta de cores mais neutra e aconchegante, com o uso de preto, cinzas e a o madeirado Tauari, da Sudati.

Um espaço para despertar e alinhar vibrações, energias e frequências no dia a dia. Para este loft Michael Zanguelini se pautou no misto de sensações, emoções e sentimentos que cercam o cotidiano das pessoas. Para trazer mais cor aos espaços, os padrões Taipa, Pipa e Cancún da Sudati, foram escolhidos por sua beleza e versatilidade. A liberdade e uma curadoria de arte baseada no inusitado dão o tom ao living que traz também uma forte influência da astrologia.

Postado por Thiago Rodrigo em 09/mar/2023 -
Por mais que soem e até sejam até parecidos esteticamente, existem algumas diferenças cruciais entre o MDF e MDP. Por isso, é importante entender onde cada um desses materiais se encaixa e como obter um aproveitamento duradouro do mobiliário projetado para os ambientes residenciais.
Com isto em mente, o arquiteto Bruno Moraes, que comanda o escritório BMA Studio, revela as principais distinções entre o Medium Density Fiberboard e Medium Density Particleboard (significado das siglas), trazendo dicas e informações baseados nos seus projetos.
Uma chapa de MDF é formada por fibras de madeira e resina sintética que resultam em uma massa uniforme. Por apresentar um preenchimento superior, é mais fácil executar cortes em diferentes formatos e direções, principalmente os curvos, em função das frestas e partículas. “Nesses casos, o MDP resultaria em um acabamento irregular e com rebarbas”, explica o profissional.
Produzida em madeira prensada, entre as quais é possível observar frestas com ar, a chapa de MDP se diferencia do MDF justamente neste quesito. Enquanto a primeira se constitui uma massa sólida e totalmente preenchida, a segunda permite que esses pequenos espaçamentos acumulem oxigênio.
“Os dois materiais são muito usados na fabricação de móveis diversos e geralmente possuem acabamentos laminados, fazendo com que fiquem idênticos quando os móveis estão prontos. A diferença está nas possibilidades de manuseio e características de utilização”, esclarece Bruno Moraes.
Segundo o arquiteto, antes de decidir por um ou por outro, é necessário avaliar para qual finalidade os materiais serão usados. Por si, o MDF é denso, versátil, mais resistente ao atrito, sua superfície lisa aceita bem a pintura e a facilidade no recorte possibilitam criar móveis com design diferenciado e combinações entre os mais diferentes projetos. Porém, Bruno recomenda que deve ser utilizado com cautela em ambientes úmidos, pois em contato com a água é comum ocorrer o estufamento.
Já o MDP é mais resistente ao peso e tem sua melhor aplicabilidade em ambientes úmidos por conta dos espaços entre as partículas de madeira que impedem o rápido estufamento. Por suas características é recomendado apenas para a execução de cortes retos e, em função da sua porosidade, dificulta a remoção e recolocação de parafusos, o que pode desgastar o móvel com mais facilidade.
– Como usar o design afetivo em sua casa
Em linhas gerais, de acordo com Bruno Moraes o MDF geralmente é indicado para bancadas, prateleiras ou mesas de centro redondas. “É perfeito também para detalhes delicados como painéis ripados”, destaca. Já o MDP pode ser eleito para as caixarias dos móveis do banheiro ou prateleiras que precisam suportar uma carga mais pesada como armários, guarda-roupas ou dispensas.
É possível utilizar ambos os materiais no mesmo móvel. Por exemplo, o tamponamento e caixas de um armário de cozinha podem trazer o MDP, pois ficarão fixados na parede e em contato com as instalações hidráulicas. Já as portas e gavetas realizadas em MDF, principalmente se tiver algum detalhe em usinagem ou corte arredondado.
Em seus projetos, Bruno costuma utilizar o MDF por trabalhar com mesclas entre cores lisas, foscas e com nuances de madeirado. Ele ressalta que a definição dos materiais depende também das referências solicitadas pelos moradores.
“Procuro analisar as características de meus clientes e as preferências na paleta de cores. Também considero que o acabamento deve se conservar bem por, pelo menos 10 a 15 anos”, enfatiza.
Não é tão simples especificar qual o melhor material, ferragem e custo-benefício para a marcenaria. Posto isso, é aconselhável procurar um profissional para ajudar a definir de acordo com o projeto e conseguir montar um orçamento.
Postado por Thiago Rodrigo em 23/fev/2023 -
Ainda como um rescaldo de 2020, o comportamento do consumidor de móveis e das pessoas, especialmente as que adotaram o home office, mudou drasticamente quando o assunto é relacionamento com o lar. Isso influenciou as tendências de decoração mais sustentáveis em 2023.
Afinal, o que antes era visto apenas como um lugar para “voltar ao final do dia”, tornou-se restaurante, trabalho, estudo, além de moradia. Desse modo, fez com que a sociedade refletisse sobre o novo jeito de morar.
– Tendências em cores para 2023
Pensando nisso, sua casa está preparada para receber tudo que 2023 tem para oferecer? Todo início de ano, as pessoas criam metas, fazem listas de desejos e se enchem de esperança para que o novo ciclo seja melhor do que o anterior. Nestas fases de boas energias, mudanças simples podem fazer toda a diferença para um lar inspirador e renovado.
Para 2023, a grande aposta são as tendências de decoração sustentáveis. Preocupados com o meio ambiente, as pessoas estão optando por casas mais sustentáveis, praticidade, conforto, contato com a natureza e, acima de tudo, bem-estar.
Existem inúmeras ideias simples, baratas e criativas capazes de transformar o lar para 2023. Confira!
A madeira e outros elementos naturais estarão com força aos lares em 2023. Para Marcela Neves, líder de arquitetura da Tuim, primeira empresa de móveis residenciais por assinatura do Brasil, as pedras também ganharão mais espaço nos projetos de interiores.
“A busca por conforto, bem-estar e elegância é um dos principais responsáveis por esta retomada. Presente desde o jardim interno até a estrutura das paredes, os elementos naturais tornam o ambiente mais sustentável e transmite uma sensação de maior aconchego e pertencimento”, complementa Marcela.

Portas e janelas amplas que possibilitem o máximo aproveitamento da luz natural também estarão em alta. Como a ideia é proporcionar mais aconchego ao lar, essa é uma tendência que ganha ainda mais força. Existem alguns truques, como o uso de espelhos, móveis em laca ou paredes claras, que também permitem esse aproveitamento da luz.

Conhecido como design biofílico, a presença do verde e a reconexão com a natureza segue sendo uma aposta para 2023. Afinal, inúmeros estudos já comprovaram que esta conexão diária com os elementos naturais também promove qualidade de vida, previne doenças, aumenta a produtividade e a criatividade. Para Marcela, os projetos que contemplam cada vez mais espaços verdes no lar, seja com plantas naturais, artificiais ou até imagens, seguem em alta.

Os tons neutros e naturais são os principais protagonistas das tendências de decoração sustentáveis para 2023. “Sempre presentes em uma decoração minimalista, mas repleta de graça e versatilidade, os tons de branco, cinza e bege são os preferidos. Fáceis de decorar, eles tornam o ambiente sofisticado e elegante sem muitos esforços. Além disso, ampliam visualmente o lar e são capazes de manter os espaços sempre atuais”, destaca a arquiteta.

Outra solução cada vez mais utilizada, sobretudo, pelos millennials e nômades digitais, é o modelo de assinatura. Visto como uma solução simples que traz total autonomia para o morador escolher exatamente o que quer e pelo período que precisa, a assinatura de móveis permanecerá em alta em 2023.
“A vida dos moradores brasileiros está cada vez mais móvel, por isso oferecer esta possibilidade de mudança, com praticidade, agilidade e sem todas as dores de cabeça que envolve o processo de mudança, torna este hábito ainda mais comum, frequente e sustentável. Além de não investirem definitivamente nos móveis, as pessoas podem redecorar seus lares sempre que quiserem”, conclui Marcela.
Postado por Thiago Rodrigo em 16/fev/2023 - 1 Comentário
As tendências de cores para decoração de móveis em 2023, podem estar presente na sua casa este ano. Sejam elas aplicadas em linhas retas ou arredondadas do mobiliário, mas com a garantia de que proporcionaram ambientes associados ao novo morar.
Uma tendência é a cor do ano divulgado pela Pantone, referência mundial em controle e especificação de cores. A Viva Magenta pode ser considerada a principal tendência de cor para decoração de móveis em 2023.
– Tendências em cores nos estilos de decoração
“Ela possui uma tonalidade mais vibrante, porém com maior possibilidade de adesão para o mobiliário. Pode ser utilizado com elegância combinado com a madeira e tons mais neutros, como o cinza”, diz Marcelo Cenacchi, diretor de uma fabricante de tintas que revestem os móveis, a Sayerlack.

A Farben é outra fornecedora de tintas para a indústria de móveis e marcenaria. Segundo o gerente comercial, Ilmar Broch, uma tendência é a cor Ambar (código 7000). Trata-se de um tom terroso que quando aplicado a um móveis e combinado ao ambiente com cores neutras e decorações naturais, proporciona uma conexão com a natureza.
Em texturas, os madeirados estarão em alta, destacando os padrões de madeira clara com veios mais marcantes. Eles podem ser realçados pelas marcenarias e pela indústria de móveis, com o uso de vernizes poliuretanos foscos ou brilhantes.

Os neutros continuam sendo cores chaves para 2023, com tons de bege e marrons aquecidos. Eles estarão em evidência no ano e, nesse sentido, a aposta da fornecedora de painéis de madeira, Berneck, (que podem ser encontradas nas revendas de produtos para marcenaria) é a dupla Baru e Taupe, da Coleção Sentido.
As influências naturais e a estética minimalista wabi sabi ainda seguem em alta, porém com menos rigidez e mais liberdade de mistura de texturas e materiais. Neste sentido, o revestimento de móvel, Carvalho Japandi – uma madeira clara e linheira – desempenha o papel de trazer suavidade e acolhimento para os ambientes da casa.
Outra fornecedora de painéis de madeira, a Greenplac, apresenta todo ano um novo conceito criativo alinhado com as principais tendências e comportamentos a nível mundial. “Vivenciamos nos últimos anos intensa velocidade tecnológica, rápida aceleração industrial, além de mudanças sociais e econômicas significativas”, avalia Laís Carelo, profissional da empresa.
– 5 tendências de decoração para 2023
“Junto desses acontecimentos, momentos de reavaliação e despertar dos sentidos foram necessários para a realidade que nos foi imposta e sequencialmente, experiências de renovação e de recomeço. Após tudo se renovar, é preciso encontrar o balanço perfeito e por isso, acreditamos que está por vir, uma nova Era de Equilíbrio para 2023 que irá também refletir na nossa casa”, avalia.
Desse modo, produtos que refletirão essa necessidade que será contraria à abundância e excessos. “Ou seja, que equilibrará o que é tecnológico, com o que é essencial e natural”, frisa.
Por isso, as cores neutras e as que remetem a natureza se mantém, como os tons suavemente rústicos que caminham em várias tonalidades de terrosos e esverdeados. Ademais, madeirados com características absolutamente naturais e ecológicas, também são opções certas para este ano, na visão da profissional.

A Eucatex aponta quatro grupos de tendências criativas para os consumidores em 2023. Isto com base em estudo feito pela Tendere, empresa de pesquisa com foco em cenários futuros, comportamento do consumidor e tendências criativas. São eles:
Minimalismo ocidental: são consumidores com um refinamento artístico, que buscam superfícies luxuosas, mas com ambiente clean, elegante, e principalmente um convívio harmonioso.

Essencial contemporâneo: busca uma pausa e conexão natureza valorizando a sustentabilidade, valores como ser sustentável, orgânico, reciclado, pensar o futuro do planeta.

Mix de tradições: mistura regionalismo e cultura, um modernismo brasileiro, colonial. Reforça a presença da cultura popular, a arte popular, o trabalho do artesão e as casas modernistas, mesclando tradição e tecnologia.

Ser cool com excessos: a democratização da arte contemporânea, manifestações culturais, mix de referências opulentas e luxuosos, textura que remete a conforto, cores e brilhos. São misturas festivas com referências populares, históricas e refinadas.

Postado por Thiago Rodrigo em 09/fev/2023 -
Cada vez mais, as casas precisam contar com projetos que priorizem a versatilidade e criatividade para serem plenamente aproveitadas. O verão pede conforto térmico, mas sem perder a sofisticação e o estilo de cada família. Para isso, é preciso pensar não só na ventilação, mas também no mobiliário, nos tecidos, nas cores e até mesmo nas plantas da casa. Por isso, as arquitetas Danielle Broliani e Andressa Smaniotto, e o gerente da Masotti Curitiba, José Reis, prepararam 5 dicas para decorar a casa para o verão, ideal para quem quer aproveitar o melhor da estação com muito charme.
Quando pensamos em uma casa “preparada” para o verão é natural que a primeira ideia que venha à cabeça seja que os ambientes precisam ser arejados e iluminados.
Para isso, há algumas dicas: “Sempre que possível, buscamos promover a ventilação cruzada e o bom aproveitamento de janelas amplas, tornando as áreas internas mais frescas e agradáveis”, ressalta a arquiteta Danielle Broliani.

O gerente da Masotti Curitiba, José Reis, dá a dica da utilização de espelhos, que trazem a sensação de amplitude nos ambientes e, consequentemente, mais conforto visual e também sensorial.
Manter as janelas abertas também auxilia em outro ponto importante para a casa no verão: uma maior integração do interior com o exterior. Neste ponto, como explica a arquiteta Andressa Smaniotto, os jardins trazem conforto térmico, pois garantem maior umidade e renovação do ar.
Sem falar no bem-estar que as plantas trazem. “Os jardins bem cuidados e com uma vegetação atrativa trazem o conceito de biofilia, aumentando a conexão dos moradores com a natureza e ampliando o bem-estar”, ressalta Andressa.

As plantas também podem ser utilizadas na parte interna. Mas nesse quesito, é preciso cuidado redobrado, principalmente com crianças e pets em casa.
“Gostamos muito do resultado que as plantas e flores trazem para os espaços, mas algumas podem ser tóxicas, tanto para animais como para os pequenos. Por isso é sempre importante confirmar a possibilidade de uso de cada espécie”, aconselha Andressa.
Outro ponto importante a se pensar quando o assunto é decoração de verão é sobre os tecidos do mobiliário. Segundo Danielle, é recomendável prezar por tecidos que não retêm calor. Tecidos leves também podem ser utilizados nas cortinas, trazendo ainda mais conforto térmico para os dias quentes.
“Da mesma forma, optamos por tapetes de pelagem mais baixa. Inclusive, os tapetes são ótimos, pois absorvem o calor e mantêm a temperatura dos ambientes estáveis e agradáveis”, explica a arquiteta.
Para ambientar os espaços, uma das 5 dicas para decorar a casa para o verão é apostar na tropicalidade que o país nos traz. O gerente da Masotti Curitiba, José Reis, ressalta que, assim, a casa para o verão combina com cor e leveza, tanto em objetos da decoração – vasos e almofadas – como nos tapetes. Sempre é possível ousar nas cores de objetos de decoração, criando pontos focais de cor, por exemplo”, completa Reis.
– 5 tendências de decoração para 2023
As arquitetas lembram que vale abusar de cores e da matéria-prima das composições, como objetos de decoração com fibras naturais, formas orgânicas e estampas e texturas variadas nas almofadas. “Para quem já tem um espaço e não quer fazer grandes mudanças, lembramos que pequenas intervenções podem trazer resultados incríveis. O importante é manter os ambientes com a personalidade de quem os utiliza e deixar a casa confortável para os dias quentes”, comenta Andressa.
Postado por Thiago Rodrigo em 26/jan/2023 -
Com resultados extremamente charmosos, a iluminação executada com fitas LED no móvel segue conquistando cada vez mais espaço nos projetos de interiores. Em suma, isso ocorre pelas diversas possibilidades de aplicação no décor. Dada a sua forma versátil, funcionalidade e instalação simples, fica muito fácil criar pontos de destaque para valorizar qualquer ambiente, tendência perfeita para criar aquele “glow up” na casa.
– 5 tendências de decoração para 2023
“É um tipo de iluminação estratégica que adoramos aplicar em nossos projetos. Por conta da sua versatilidade, podemos criar desde espaços relaxantes e intimistas até atmosferas super sofisticadas”. É o que explicam os sócios Priscila e Bernardo Tressino, arquitetos à frente do escritório PB Arquitetura.
As fitas de LED são compostas por pequenas lâmpadas, chamadas também de chips. Ademais, possuem variados modelos que se diferem em cor de luz (branca, amarela ou colorida), potência, distância dos chips e capacidade de iluminação. Desse modo, é preciso ter em mente as especificações do projeto, o efeito desejado e a voltagem da casa.

“O material é vendido em metro e muito fácil de instalar por conta da adesivação. E o melhor é o baixo consumo de energia elétrica, não impactando (tanto) na conta mensal do morador”, avalia Bernardo. O quesito distanciamento das fitas pode causar resultados diferentes. Por exemplo, o tipo espaçado é comumente empregado para efeitos decorativos ou para luz leve. Por outro lado, os agrupados promovem um efeito de luz mais forte e intenso.
Para um local dedicado ao home office, é fundamental considerar uma luminosidade efetiva, que mantenha a pessoa ativa para as atividades profissionais, mas que não cause desconforto pelo volume de horas diante da luz escolhida.

Sobre as cores, Priscila explica sobre as tonalidades encontradas no mercado “Costumamos especificar a amarela quando a proposta é provocar uma sensação mais convidativa e aconchegante. A branca, considerada mais tradicional, é indicada para reforçar alguns ambientes como cozinhas ou locais que pedem concentração. A colorida, que funciona com o sistema RGB, é aplicada em pedidos específicos, como de ambientes gamers ou quando a intenção é acrescentar personalidade ao projeto”, diz.
Uma ótima dica que os arquitetos acrescentam é a dimerização das fitas LEDs. A automação permite escolher a potência e o tipo de luz que o morador deseja. Inegavelmente, torna-se um recurso interessante para quem gosta de receber os amigos em casa e aprecia a ideia de conceber diferentes vivências em um mesmo ambiente.

O uso de fitas de LED tem bastante potencial no décor, posto que se trata de um tipo de iluminação que pode ser inserida em qualquer lugar. Bem como: mobiliários como prateleiras, nichos, armários e outros elementos como escadas, teto, pilares e espelhos.
No projeto luminotécnico dos ambientes, o uso das fitas de LED no móvel entra sempre como um coadjuvante ao lado de pontos principais. Assim sendo, seu posicionamento de forma estratégica coopera para valorização de algum item como um revestimento, objeto decorativo ou na marcenaria.

A iluminação versátil nos dormitórios pode proporcionar uma atmosfera mais intimista, sem dúvida sendo perfeita para o bem-estar dos casais. Podem ser inseridos nas cabeceiras, cortineiros ou em quadros.
Uma boa ideia é posicionar as fitas próximo aos espelhos não só nas escrivaninhas, mas também nos banheiros ou em closets. Outra forma de criar pontos interessantes de forma prática é inserir as fitas por dentro da marcenaria e em divisórias.

Postado por Thiago Rodrigo em 18/jan/2023 -
Na hora de mobiliar quartos, cozinhas, banheiros ou lavanderias, uma dúvida é bastante comum: com qual tipo de abertura escolher as portas de armários?
– Padrões para móveis da sua casa
Além da questão estética, vários fatores deverão ser levados em conta como metragem do cômodo, espaço interno do móvel, necessidades dos moradores, preços e praticidade no dia a dia.

Para contribuir nessa decisão, o arquiteto Bruno Moraes, do escritório Bruno Moraes Arquitetura, apresenta diversas orientações e ideias de ambientes para a casa.

Cada tipo de escolha tem vantagens e desvantagens. Para quem tem um apartamento de metragem enxuta, os móveis com portas de correr costumam ser mais eficientes, pois economizam o espaço de abertura, evitando que encoste em outros móveis ou luminárias.
“Hoje em dia é muito grande o número de armários e guarda-roupas com portas de correr, principalmente para os imóveis menores”, conta Bruno Moraes.

Porém, as portas de correr usam ferragens para que sejam movimentadas de um lado para o outro, portanto há uma redução no espaço interno do móvel por conta dos trilhos – em que geralmente uma porta fica na frente da outra.
“Atualmente, o mercado já disponibiliza tipos de ferragens em que as portas ficam completamente alinhadas, mas ainda estão com valores mais altos”, conta o profissional.

Já para quem tem mais espaço é possível investir nas tradicionais portas de giro. Porém, Bruno recomenda que seja realizada uma medição prévia no cômodo desejado (já contando com o tamanho da porta totalmente aberta) para evitar o risco de comprar um móvel de tamanho inadequado.

“Para metragens maiores, inclusive, é possível fazer um mix entre os dois tipos de armários, de acordo com o gosto do morador”, conclui.

“Cada imóvel possui suas particularidades, enquanto cada família tem suas necessidades específicas. Dessa forma, uma boa ideia é apostar em móveis customizados ou planejados, para aproveitar os espaços da melhor forma. É importante que o cliente peça ajuda para um arquiteto ou marceneiro responsável, que poderá indicar os melhores caminhos durante a reforma”, aconselha Bruno.

