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Como escolher o melhor colchão para seu corpo

Postado por Thiago Rodrigo em 03/mar/2022 -

Para escolher o melhor colchão para seu corpo, o morador e o profissional de arquitetura devem levar em conta, entre tantos atributos, o conforto para noites muito bem dormidas. Afinal, todo mundo quer uma noite de sono reparadora, não é mesmo?

Conheça a tecnologia que ampliou a qualidade do colchão

Para que as energias sejam totalmente renovadas, é necessário que o quarto atenda todas as necessidades dos moradores como conforto, aconchego, ergonomia e bem-estar. Com base nisso, o colchão é um dos elementos mais importantes a ser escolhido e deve considerar as características físicas e as preferências de quem o usufruirá.

Para quem quer escolher o melhor colchão para seu corpo, mas não sabe exatamente como decidir o modelo, as arquitetas Danielle Dantas e Paula Passos, do escritório Dantas & Passos Arquitetura, com experiência na decoração de dormitórios e em acompanhar os seus clientes em lojas do segmento, aproveitam para trazer um guia repleto de dicas para ajudar na compra. Confira!

Decidir é preciso

“Não é uma tarefa fácil comprar colchão. Há muitas marcas e modelos no mercado, o que causa confusão mesmo. Mas, essa escolha precisa ser feita com muito carinho, afinal passamos cerca de 1/3 do nosso dia no colchão, não é? Portanto, tem que ser muito bem pensado, inclusive, é bom fazer comparações”, diz Paula.

Segundo as arquitetas, logo no começo é ideal avaliar os tipos de colchões disponíveis: mola contínua, mola individual, espuma, viscoelástico, látex, etc. “Como tudo na vida, cada tipo tem suas vantagens e suas desvantagens. Então na hora de escolher é importante que ele seja confortável para o seu corpo. Por isso, pesquise o máximo que puder e peça opiniões de quem entende”, complementa Danielle.

como escolher o melhor colchão para seu corpo
Para definir o colchão, o morador e o profissional de arquitetura devem levar em conta, entre tantos atributos, o conforto para noites muito bem dormidas |

Mola ou espuma?

Comparativamente, o colchão de espuma é mais firme e resistente do que o colchão de mola. Geralmente é indicado para quem tem problemas de postura e dor nas costas. Deve ser escolhido pela sua densidade e tipo de espuma. Sua durabilidade é de aproximadamente cinco anos.

Regra do Inmetro facilita escolha da espuma

Já o colchão de mola é considerado mais confortável e macio. As molas ensacadas são recomendadas para casais devido à diferença de movimentos – quando um se mexe, o outro não sente o impacto. Sua vida útil é entre 8 e 10 anos.

Teste para escolher o melhor colchão para seu corpo

É importante testar o colchão antes da compra. Então vá até a uma loja e perceba as diferenças entre um tipo e outro. “Teste e deite nele de verdade na loja, porque além da densidade, ele deve ser confortável. Escolher o colchão errado pode afetar a qualidade do sono e causar dores no corpo” diz Paula.

Outra dica interessante é: “Caso você durma em um hotel, pousada, ou na casa de um amigo, e tenha gostado bastante do colchão, vale a pena perguntar qual é a empresa e o modelo. Afinal, você já aprovou”, aconselha Dani.

Antes de realizar a compra é importante testar o colchão na loja | Projeto de Dantas & Passos Arquitetura

Firmeza do melhor colchão para seu corpo

Nem sempre um colchão muito duro ajuda em caso de dores nas costas. O mesmo nível de firmeza não funciona exatamente para todos. Isso é variável, pois tudo vai depender também da estrutura corporal de cada um.

“Uma estrutura mais estreita e leve, por exemplo, vai necessitar um tipo de firmeza de colchão. Já uma estrutura corporal maior e mais pesada vai pedir outro tipo. Portanto, é preciso verificar isso na loja”, comentam as arquitetas.

– O que é um colchão bed in a box

“O importante mesmo é ter uma postura de sono ideal, para que os músculos relaxem o suficiente e para que o corpo se recupere enquanto dorme. Para evitar dores nas costas o recomendado é um colchão que ofereça um alinhamento da coluna. Mas, quando não se tem certeza sobre o modelo, uma firmeza média é a solução. Na dúvida, procure sempre os especialistas”, recomendam.

Medidas padrão de colchões no Brasil

  • Para colchões e camas box
  • Berço Infantil: 0,60 x 1,30 m / 0,70 x 1,30 m / 0,70 x 1,50 m
  • Cama de solteiro: 0,78 x 1,88 m / 0,88 x 1,88 m
  • Cama de Casal: 1,28 x 1,88 m / 1,38 x 1,88 m
  • Queen Size: 1,58 x 1,98 m
  • King Size: 1,86 x 1,98 m / 1,93 x 2,03 m
como escolher o melhor colchão para seu corpo
As camas de solteiro seguem o padrão de 1,88m de comprimento | Projeto de Dantas & Passos Arquitetura

Para medidas consideradas fora do convencional (como em casos de estatura fora do padrão, por exemplo), será preciso solicitar um colchão em espuma sob medida especial ao fabricante.

Segundo as profissionais, as medidas do colchão devem ser 2 cm menores do que as de uma cama tradicional, para que seja feito o encaixe correto. Exceto, é claro, a cama box em que o colchão deverá ter o mesmo tamanho.

Densidade do colchão

A densidade de um colchão representa a relação entre a quantidade de espuma utilizada x m³. É uma forma de saber se ele suporta ou não o peso que será aplicado. A densidade vem indicada com a letra D e uma numeração específica.

Há uma tabela oficial de Biótipos do instituto Nacional de Estudos do Repouso (Iner) para auxiliar nessa escolha. A densidade tem a ver com o perfil do usuário, pois terá relação com a melhor distribuição. “Uma pessoa com peso maior, por exemplo, precisa de um colchão de densidade mais alta”, contam.

O colchão de espuma é considerado mais firme, enquanto que o de molas é mais macio | Projeto de Dantas & Passos Arquitetura

Cama de solteiro x cama de casal

Então, para solteiros, na hora de escolher a densidade de um colchão deve-se observar a relação do peso do usuário X a densidade indicada pelo fabricante. Já no caso de um colchão de casal, é necessário calcular a altura média do casal e o peso de quem tiver maior massa corporal. (Para descobrir a altura média, deve-se somar as duas medidas e então dividir por dois). Depois é só procurar na tabela de biótipos do colchão do Iner qual densidade é a mais indicada.

Prazo de validade

Você sabia que os colchões têm prazo de validade? Portanto, é sempre bom observar esse detalhe também. Afinal, dessa forma, a saúde do sono e o bem-estar nos momentos de descanso serão garantidos.

Marcenaria colorida nos ambientes da sua casa

Postado por Thiago Rodrigo em 16/fev/2022 -

Quando se fala de móveis e armários para a casa, é praticamente impossível não pensar na madeira fazendo parte da decoração. Tradicional no mundo todo, o material costuma marcar presença com seus tons naturais, mas não tem por que ser sempre assim. Com um toque de criatividade na hora de projetar, é possível apostar na marcenaria colorida para a sua casa e montar uma composição única e cheia de estilo.

“A marcenaria nos permite criar tudo da maneira mais personalizada possível. Por isso, é sempre uma ótima pedida apostar nela para dar mais vida e cor ao seu décor. Afinal, como bem sabemos, as cores são sempre bem-vindas justamente por serem capazes de influenciar as emoções”, explica a arquiteta Carina Dal Fabbro, que está à frente do escritório que leva seu nome.

Design de interiores nos ambientes comerciais

Entusiasta do uso de móveis coloridos, modernos e sofisticados, e inspirada pelos projetos que realizou, a arquiteta listou cinco ideias para trazer a marcenaria colorida para a sua casa. Confira!

Mistura de cores

Compacta e funcional, a cozinha foi o grande ponto de partida deste projeto assinado por Carina. Os armários em laca evocam modernidade, realizam o desejo da cliente em ter a sua cor favorita em mais um ponto da casa e excluem de vez a ideia de que eles devem possuir apenas uma cor. Enquanto os armários superiores revelam um tom neutro em cinza fendi, os armários inferiores demonstram o frescor do verde menta para o ambiente.

marcenaria colorida
Engana-se quem pensa que a marcenaria da cozinha deve ser toda de uma mesma cor. Trazendo modernidade e frescor para o projeto, a arquiteta optou pela combinação de cinza e verde menta

Nesse mix, a arquiteta ainda inseriu alguns detalhes em MDF madeirado que dão todo o destaque para o cantinho do café e a pequena cesta de frutas. “Toda essa junção de cores nos móveis deixou o ambiente super contemporâneo e sem pesar no décor. A regra é simples: O resultado deve ser leve e agradar os olhos. Se isso acontecer, está perfeito”, comenta a arquiteta.

Vintage na marcenaria colorida

Para este projeto, a arquiteta relata que o pedido dos clientes era por uma cozinha que revelasse um ar de bossa praiano e, ao mesmo tempo, transmitisse a docilidade de memórias afetivas que só o estilo vintage do desenho dos armários e o tom azul pastel são capazes de proporcionar.

“Ao escolhermos as cores da marcenaria, é importante nos lembrarmos do significado dessa tonalidade e do efeito visual que agregará ao ambiente. Por isso, deve se conectar com o gosto pessoal do morador, assegurando um resultado lindo e sem arrependimentos”, orienta Carina.

Pensando em aproveitar a claridade natural oriunda da área de serviço (cômodo que faz divisa com a cozinha), mas sem perder a privacidade, a profissional investiu na concepção de estante com vários nichos assimétricos para substituir a janela e deixar o décor ainda mais charmoso com os objetos de decoração.

marcenaria colorida
Engana-se quem pensa que a marcenaria da cozinha deve ser toda de uma mesma cor. Trazendo modernidade e frescor para o projeto, a arquiteta optou pela combinação de cinza e verde menta

Cores vibrantes

Cores são mais que bem-aceitas nos quartos infantis, mas como inseri-las na marcenaria de maneira equilibrada? De acordo com Carina, não há mistérios: observe a decoração do cômodo como um todo e analise as cores que predominam, tomando cuidado de colorir peças grandes como camas e guarda-roupas.

“A decoração de um dormitório para crianças vai mudando ao longo do crescimento. Por isso, é mais interessante que se invista em itens de marcenaria menores, como nichos e prateleiras. Desta forma, é possível trocar com mais facilidade conforme os gostos dos pequenos vão mudando”, conta a arquiteta.

Com papel de parede de galáxia e uma grande mesa em marcenaria, este quarto poderá passar por várias transformações simples enquanto acompanha o crescimento da criança. A decoração ficou ainda mais alegra e completa com nichos coloridos e o painel em laca azul

Cores em todos os estilos

Ainda segundo Carina, é possível inserir e combinar os móveis coloridos em todos os estilos de decoração. Para quem busca por um décor clássico ou neutro, a dica é apostar em peças de gradientes de uma mesma cor que já exista em predominância no ambiente.

Esta é uma forma de não perder a sobriedade e descaracterizar a atmosfera e a essência desses perfis de décor. Agora, quando se fala em pessoas com estilos mais flexíveis, a marcenaria colorida pode se tornar o grande destaque e funcionar como um ponto de cor magnífico para o ambiente.

A madeira clara das cadeiras com encosto em fibra natural está em perfeita harmonia com piso e persiana em madeira, o destaque desta sala de jantar fica todo por conta do buffet. Vermelho e com acabamento fosco, o móvel deixa claro seu estilo retrô com os pés de madeira palito

Tons suaves na marcenaria colorida

Para quem não está acostumado com o uso de móveis coloridos, Carina orienta que o projeto comece a salpicar os tons pelos móveis, seguindo uma paleta de tons claros.

“Além de ampliar visualmente os ambientes menores, os tons mais claros acabam por não acrescentar informações que contrastem fortemente com o restante do décor. Por isso, costumamos indicá-los para quem ainda é iniciante no mundo das cores ou tem receio de enjoar do móvel com facilidade”, destaca Carina.

Neste projeto, a escolha da arquiteta foi por armários em azul pastel. Ao fundo, uma grande estante acolhe os livros e outros objetos dos clientes. Para dar mais privacidade e opções de armazenamento, portas em um outro tom de azul complementam o móvel.

Tonalidades diferentes de azul preenchem o ambiente e trazem calmaria para o estar

Revestimento do móvel e o rústico como última moda

Postado por Thiago Rodrigo em 27/jan/2022 -

O revestimento do móvel seriado brasileiro evoluiu muito em questão de qualidade, processos de acabamento e design. Tanto no acabamento em baixa pressão (BP) e finish foil (FF) quanto na impressão UV com tintas e vernizes, o avanço chega a ter uma fidelidade próxima ao da lâmina natural de madeira.

A designer da OF Design, Odete Formentão, frisa: “Se olharmos para os antigos padrões em mogno e para os lançamentos atuais, a evolução é gritante”.

Antes de prosseguir, você sabe o que são os revestimentos AP, BP, FF e UV?

Tipos de revestimento do móvel

Em resumo, os painéis AP, também chamados de formica, tem maior custo e maior resistência, são feitos em um processo de alta pressão das múltiplas camadas, com a base formada por papel kraft e a superfície por papel decorativo, impregnada com resina melamínica e prensada em alta pressão.

O painel BP é feito com baixa pressão, tendo apenas uma camada de papel decorativo sobre a chapa impregnado com resina melamínica, prensado e fundindo o papel ao painel.

Os finish foils (FF), que são mais comuns em móveis seriados (populares), tem o papel fino aplicado com cola que recebe uma cobertura de verniz. É menos resistente e, por isso, indicado para áreas verticais.

Por sua vez, os revestimento ultravioleta (UV), nada mais são do que a aplicação em painel de madeira cru revestidos com tintas e vernizes. É realizado em diversos processos para garantir a melhor aplicação da tinta com o acabamento do verniz e oferece grande durabilidade e resistência.

Tendência de decoração: rústico

Ademais, novas tecnologias possibilitaram o desenvolvimento de diversos padrões. Os revestimentos estiveram sempre associados a tendências na decoração.

Por exemplo, o rústico começou a marcar presença no mobiliário nos últimos dez anos. “Tivemos o boom dos padrões mais rústicos e marcados. Além disso, tivemos também um longo período de madeiras mais acinzentadas, com grandes catedrais e veios marcados”, pontua a gerente de design, marketing e comunicação da Schattdecor, Elisa Toazza.

“Também eram valorizados desenhos com catedral maiores, as madeiras lineares, o pré-composto; também os carvalhos claros e médios fizeram sucesso nessa época”, acrescenta a gerente de marketing indústria da Eucatex, Andrea Krause.

A designer Odete Formentão comenta que os padrões madeirados rústicos cansam rapidamente “porque os fornecedores de tintas e rolos incentivam os fabricantes a terem acabamentos iguais entre si”, assinala.

Um problema que ela avalia do mercado de revestimentos, é que ao entrar em uma loja de produtos para marcenaria, não é possível distinguir entre um fabricante e outro. “Se uma fábrica tenta inovar no acabamento, em pouco tempo teremos dez ou mais com o mesmo produto ou muito próximos”.

A utilização de revestimentos rústicos funcionou (e vem funcionando) muito bem no Brasil devido à cultura de valorização da madeira como uma matéria-prima essencial para a evolução da sociedade (desde as pequenas marcenarias até as grandes fábricas).

Independentemente disso, o revestimento do mobiliário saiu de madeiras em cores tradicionais e bastante contidas, tanto em estrutura quanto em nuances, para resultados muito mais naturais, principalmente com desenhos aliados às texturas, criando produtos cada vez mais reais.

Mais sobre isso você pode conferir nos próximos textos do Móveis para Casa.

O futuro do morar: novas estratégias para o lar

Postado por Thiago Rodrigo em 05/jan/2022 -

A casa é uma extensão do nosso corpo, o lar reflete como a gente se sente. A especialista em marketing de tendência da WGSN Brasil, Liliah Angelini, nos contou as principais tendências sobre o futuro do morar, apresentando novas estratégias para o lar. Ela começa contando que temos quatro necessidades básicas em relação à casa:

  • Conforto
  • Segurança
  • Contato humano
  • Bem-estar

Embora sejam fatores que sempre foram importantes, eles se intensificam neste ano e se tornam ainda mais importantes e valorizados pelas pessoas. A quarentena contribuiu para enxergar a importância desses fatores e criou o hábito no comportamento do consumidor que será levado daqui para a frente, como o cuidado com o lar e o investimento em itens que proporcionem um desses quatro pontos.

O lar se torna um santuário onde nos sentimos seguros e protegidos de tudo o que está acontecendo lá fora. Buscamos criar espaços de conexão com a família dentro da casa e espaços para nos conectarmos virtualmente com o mundo exterior, como: o home office, as aulas online, os treinos de exercícios físicos e até o happy hour.

Há uma tendência forte na ressignificação do design de interiores, em repensar os espaços em caráter híbrido. Trazendo a possibilidade de transformar os ambientes conforme a necessidade.

Conheça a tecnologia que ampliou a qualidade do colchão

No quesito segurança, há a busca pela limpeza profunda do lar, cuidados com a sanitização e a busca de produtos e materiais inteligentes que proporcionem essa segurança, como por exemplo, revestimentos com a tecnologia antibacteriana, o nosso Cleantec.

As cozinhas se tornam um espaço privilegiado. Esse ambiente ganha a ressignificação se tornando um espaço de socialização de quem habita o lar. A culinária ganha ainda mais adeptos e há uma evolução nos hábitos alimentares em busca de ingredientes mais saudáveis. Os banheiros também se tornam um ambiente valorizado, pois é o espaço dedicado ao autocuidado, autoconhecimento e ao relaxamento.

Por fim, na arquitetura da casa, ainda há a forte presença de elementos que estimulem a saúde não só física, mas também mental. Presença de plantas e luz natural, por exemplo, se tornaram um antídoto para diminuir os efeitos do estresse e da ansiedade.

As conexões via web streaming também fazem parte das tendências que irão permanecer, já que nos aproximam de uma forma segura das outras pessoas. Estar junto sem estar perto, buscar o autoconhecimento e incluir o que nos faz bem em todas as ações do cotidiano estão na #wishlist da pandemia e da pós-pandemia. O bem-estar é a tendência predominante para o futuro do morar.

Faça Você Mesmo um móvel multifuncional

Postado por Thiago Rodrigo em 27/dez/2021 -

As arquitetas Renata Assarito e Camila Marinho, sócias-fundadoras do Studio M&A Arquitetura, com mais de 6 mil seguidores no Instagram, planejaram e pensaram em uma ideia de Faça Você Mesmo um móvel multifuncional, simples, que pode ser realizada em casa por qualquer pessoa que deseja aproveitar a quarentena e ainda deixar sua casa em ordem.

“Executamos um móvel multifuncional que se adequa bem em diversos ambientes. Além disso, atualmente, os apartamentos compactos estão super em alta, então esse tipo de móvel simples e econômico são a cara dessa tendência”, conta Camila.

Renata explica que pensaram em uma mesinha fácil de criar que pode servir como um gabinete no banheiro para colocar toalhas e papel higiênico ou então um apoio para taças e roupa de banho na piscina, como uma mesa de apoio ou até uma mesinha para compor a sala de jantar – para colocar talheres e guardanapos, por exemplo.

Principais erros na decoração dos quartos

“Além de combinar em diversos ambientes, também escolhemos um móvel bem baratinho, com materiais que temos em casa. Um criado mudo, por exemplo, custa em média R$ 130,00, um gabinete para banheiro em torno de R$ 300,00, ou seja, são valores que passam de R$ 100,00. O custo da peça se torna inferior, pois utilizamos cabides de R$ 20,00, duas peças de 30×30 por R$ 10,00 cada e parafusos. O que seria um pouco mais salgado são as tintas em spray na faixa dos R$ 30,00”, complementa Renata.

A peça total ficou em torno de R$ 50,00. “O legal também é pegar essas ideias de Faça Você Mesmo um móvel multifuncional para ganhar um dinheiro extra, já que os tempos estão difíceis para todo mundo. Essa mesinha, pode ser vendida com um custo de R$ 70,00”, conta Camila.

Faça você mesmo um móvel multifuncional

  • 2 chapas de madeira 30×30
  • 8 parafusos 13×15
  • 4 cabides
  • Tinta ou spray, nas cores a desejar
  • Furadeira
  • Régua
  • Caneta
  • Chave de fenda
faça você mesmo um móvel multifuncional

Passo a passo para mesinha simples econômica

Pinte os cabides da cor de preferência e deixe-os secar por cerca de uma hora – a ponto de conseguir manusear sem borrar. “Aconselhamos não tirar o gancho nesse primeiro momento para conseguir deixar secar no varal”, complementa Renata.

Tudo deve ser feito seguindo as medidas corretas. “Pegue uma caneta e uma régua e dimensione: deixamos seis centímetros na primeira chapa de 30×30 e deixe 20cm livre no miolo, risque no meio do cabide e na ponta em cima, faça um furo com a furadeira que funcionará como um guia para inserir o parafuso. Utilize a chave fenda para fixar os dois lados. Está pronto”, esclarece Renata.

“A dica é se atentar na pintura, na marcação para estarem iguais. Se não estiver tudo alinhado, pode ficar bamba. Por isso, utilize a régua”, finaliza Camila.

Móveis planejados para otimizar apartamentos pequenos

Postado por Thiago Rodrigo em 20/dez/2021 -

Segundo o IBGE, em 10 anos, o número de pessoas que vivem sozinhas no Brasil cresceu de 10,4% para 14,6%. Nos dias atuais, é muito comum que os jovens saiam cada vez mais cedo de casa. Com isso, os apartamentos mais compactos se tornaram uma forte tendência no mercado imobiliário. No entanto, espaços reduzidos necessitam de soluções inteligentes na hora de serem mobiliados.

Essa missão pode ser facilmente solucionada pelos móveis planejados. Eles atendem à demanda de quem quer mobiliar, reformar ou otimizar o espaço para torná-lo mais funcional. Optando pelo planejamento de cada cômodo é possível dar uma nova cara aos ambientes, além de atender exatamente às necessidades dos moradores e inserindo a personalidade e estilo dos proprietários no projeto.

Para auxiliar quem busca funcionalidade e otimização aos apartamentos menores, a Simonetto, empresa especializada em móveis planejados, indica vantagens das peças sob medida e quais as melhores opções para cada ambiente.

móveis planejados

Benefícios dos móveis planejados

Maior controle: mandar fazer móveis planejados permite que seja possível escolher quem irá projetar as peças e, também, como ele deverá produzi-las, atendendo às demandas de cada lar. Sendo assim, pode-se controlar mais de perto a escolha do material e da qualidade da produção e do acabamento.

Adequação aos espaços: ter um espaço para guardar todos os sapatos ou roupas pode ser um dilema em apartamentos pequenos. Sendo assim, investir em um mobiliário planejado permite a criação de uma peça voltada para usos específicos que caiba no espaço desejado, mas também, apresente multifuncionalidades. Um exemplo é a cômoda, que serve para roupas e, ao mesmo tempo, pode ser utilizada como suporte para a televisão.

Mobiliário padronizados: eles também possibilitam a padronização dos móveis que estarão em cada ambiente.

Custo-benefício: móveis sob medida também dão a oportunidade de gerenciar melhor os gastos com as peças. Por exemplo, pode se optar por materiais mais econômicos, que se adeque ao orçamento.

Dicas para cada ambiente

Quarto: nos dormitórios, o planejamento ocorre principalmente em armários e closets. Uma dica é optar por materiais mais resistentes, já que costumam estar em contato constante com sapatos e são higienizadas com maior frequência. Outra sugestão, é a escolha por portas tradicionais ao invés das de correr.

Cozinha: nesses espaços é muito usual armários, bancadas, gavetas e ilhas planejadas. É importante atenta-se à funcionalidade; as bancadas não devem ser altas ou baixas demais, e armários, gavetas e ilhas devem comportar todos os objetos do cômodo. Além disso, essas peças também devem ser projetadas de acordo com o tamanho e usabilidade dos objetos de cozinha. Uma boa opção é acoplar os eletrodomésticos como geladeira, fogão e micro-ondas no projeto dos móveis.

Salas: em apartamentos esses espaços geralmente são integrados, separados por uma bancada. Alguns não apresentam espaço para a sala de jantar, a utilizando para fazer as refeições. A sala de estar poderá ganhar um painel para o televisor, sendo uma solução muito prática e funcional.

Banheiros: as peças sob medida mais comuns são os gabinetes e nichos. Como é uma área com umidade, certifique-se de que o móvel seja composto por um material que possua maior resistência a ela.

Fita de LED: como inserir a iluminação no móvel da sua casa

Postado por Thiago Rodrigo em 30/nov/2021 -

O uso de fita de LED no móvel se tornou sucesso entre arquitetos e designers de interiores nos últimos tempos. Enquanto o móvel sob medida é uma solução que permite melhorar a questão estética e funcional em todos os cômodos, além de otimizar os espaços em lares com dimensões menores, a adaptação da madeira em móveis e outros elementos acaba trazendo alguns benefícios na rotina dos moradores, além de proporcionar conforto e bem-estar ao décor.

As fitas de LED são um novo recurso que está em alta nos projetos de marcenaria e tem conquistado o décor de interiores, deixando os ambientes ainda mais sofisticados, além de cooperar no reforço da iluminação onde são instaladas.

Dez estilos de decoração para sua casa

Em seus projetos, a arquiteta Marina Carvalho, à frente do escritório que leva o seu nome, é adepta do emprego de fitas de LED para criação de iluminação indireta em diversos cômodos. “Eu aprecio a versatilidade do material para iluminas bancadas. Por isso, sempre estão nas cozinhas, banheiros e áreas de serviço. Elas também são perfeitas para valorizar o mobiliário e destacar os objetos decorativos dispostos”, comenta a profissional.

Nesse contexto, ela ainda ressalta que o LED deve, necessariamente, harmonizar com o estilo, a paleta de cores aplicada e se alinhar com as características gerais da marcenaria.

Nesta cozinha projetada pelas arquitetas Claudia Yamada e Monike Lafuente, responsáveis pelo Studio Tan-Gram, o LED exerceu uma atuação multifacetada: a iluminação das prateleiras e o frontão da pia, a serralheria aérea disposta acima da ilha e os detalhes da mesa para refeições rápidas

Onde o LED é mais comum

O LED pode ser utilizado em diversas situações e superfícies, porém em alguns móveis e locais ele é mais recorrente. A sala de estar, ambiente onde os moradores costumam permanecer com considerável frequência, é um dos queridinhos para a sua colocação em racks e painéis de TV, por exemplo. Contudo, há de se avaliar a potência ideal da fita, uma vez que luzes de forte intensidade atrapalham para assistir TV.

A cozinha é outro cômodo onde o uso de LED é contumaz. No cômodo, as fitas são consideradas em bancadas, prateleiras e nichos, tanto com o intuito de agregar funcionalidade para os habitantes da casa, tanto para conceder um toque diferenciado e atual na decoração. Em alguns casos, para dispor mais praticidade e valor, o interior de armários e gavetas também podem receber o LED, sendo ativados apenas quando forem abertos.

Nos dormitórios, o LED vai muito bem na cabeceira de cama, em uma composição de essência ainda mais aconchegante, closets, facilitando a escolha das peças no dia a dia do morador e, nos banheiros, a fita concede refinamento ao espaço. “Não existe limite para a utilização dos LEDs na casa, pois ficam super bem em muitas propostas. Minha recomendação é seguir a parcimônia, pois em excesso a aparência fica estranha. O melhor é sempre optar por inserções pontuais”, orienta Marina Carvalho.

arquiteta Marina Carvalho destaca sua preferência por iluminar as prateleiras na parte inferior ou superior, assim como executado na área social desse apartamento

Vantagens do LED nos ambientes

Um dos benefícios do LED no móvel é que não há restrições e que a fita pode ser implementada em praticamente todos os cômodos: a premissa é sempre conferir um visual interessante para o projeto.

A durabilidade das lâmpadas é outro ponto positivo, pois comparada com os modelos tradicionais, o LED apresenta uma eficiência superior e, pensando no quesito sustentabilidade, gera uma energia limpa, pois não emite poluentes e a ausência de raios ultravioleta oferece mais segurança e conforto.

Segundo a arquiteta Claudia Yamada, sócia de Monike Lafuente, no escritório Studio Tan-Gram, a multifuncionalidade do LED é um dos atributos que conquistam não apenas os profissionais da área, como também os moradores.

“É incrível o efeito visual que ele produz, enquanto demanda pouquíssimo espaço e ainda demanda baixo consumo de energia”, comenta a profissional. Ela ainda considera vantajoso o fato de o LED iluminar grandes distâncias, diferentemente dos spots, que oferecem uma iluminação bem pontual. “Com uma única fita conseguimos iluminar uma bancada inteira de forma contínua e sem sombras. Os spots nunca nos permitiram isso”, complementa.

No dormitório produzido pelas profissionais do Studio Tan-gram, o tijolinho foi iluminado com o LED embutido na cabeceira em marcenaria

Cuidados com a fita de LED

Para Marina, o principal cuidado com as fitas de LED está relacionado na escolha do reator, essencial para seu funcionamento. Entretanto, tudo dependerá da metragem da fita ou do comprimento do móvel onde será instalada, haja vista quanto maior a extensão linear, maior o reator.

“Quando o ambiente tem forro de gesso, sempre deixo o reator próximo do spot embutido e do móvel. Mas caso eu não tenha esse recurso, sempre busco camuflar em algum cantinho da marcenaria. Esse acesso facilitado é importante para trocas em caso de queima”, recomenda.

Já Monike Lafuente ressalta a importância de se prestar atenção na dissipação de calor que o LED acaba gerando quando a aplicação é efetuada diretamente no móvel. “Muitas vezes fixamos o led em contato com um perfil de alumínio, o que chamamos de calha de led”, finaliza.

O cantinho do home office deste apartamento executado por Marina Carvalho ganhou fitas de LED no forro e nas prateleiras para reforçar a iluminação durante as atividades profissionais. Além de mais gostoso, a luz bem acertada ajuda no aumento da concentração

Aplicação da fita de LED no móvel

Uma das maiores vantagens desse tipo de iluminação é a facilidade na instalação, pois a grande parte dos modelos de fita de LED possui dupla face, simplificando a fixação em qualquer superfície. Caso a fita não disponha deste recurso, é possível utilizar cola instantânea ou de contato.

Para quem quer aplicar a fita de LED no modo “DIY”, o primeiro passo é determinar os locais onde a fita será colocada para uma compra de acordo com a necessidade. É interessante destacar que as fitas costumam apresentar marcas de corte, medida que contribui no ajuste mais assertivo durante o processo. Outro modo de fixação é a possibilidade de parafusar a fita de LED – um processo que mitiga o risco de descolamento com o passar do tempo.

Após essas análises, a instalação deve considerar os conectores em uma posição próximo à uma tomada para a ligação. Em vias de regra, normalmente as fitas já são acompanhadas por um plug, mas caso o material comprado não disponha dessas características, pode ser acoplado com facilidade. Para fazer a conexão, basta inserir os fios da fita no conector, encaixar corretamente e prender os parafusos com uma chave de fenda fina. Na sequência, basta juntar o conector com o plug.

10 estilos de decoração para inspirar e escolher o seu

Postado por Thiago Rodrigo em 22/nov/2021 - 1 Comentário

Na arquitetura de interiores, um dos fatores fundamentais para os projetos são os estilos de decoração. Afinal, é essa escolha que determina desde as cores das paredes, linguagem do mobiliário, estilo dos objetos decorativos e, em muitos casos, a definição se haverá o rebaixamento do teto com a execução do forro de gesso.

Buscar referências de projetos já executados é o primeiro passo para descobrir o estilo decorativo que mais lhe agrada. Assim como na moda, o estilo escolhido diz muito sobre sua personalidade e gostos pessoais. Porém, antes de eleger o caminho do projeto de decoração, é preciso avaliar as características e o perfil de cada um deles, pois diferentemente do vestuário, o projeto de interiores perdura por muito mais tempo.

Häfele apresenta projetos para pequenos espaços

Enquanto o estilo rústico preserva as formas e veios de elementos naturais, como a madeira, a decoração minimalista traz uma composição pautada nas linhas retas, com itens que transmitem leveza e funcionalidade.

Os profissionais Ieda e Carina Korman, do Korman Arquitetos; Cristiane Schiavoni, do Cristiane Schiavoni Arquitetura; Henrique Freneda, do Freneda Interiores; Karina Korn, do Karina Korn Arquitetura; Bruno Moraes, do Bruno Moraes Arquitetura; e Paula Dantas e Danielle Dantas, do Dantas & Passos Arquitetura, explicam mais sobre as principais características de 10 estilos de decoração que seguem com as tendências preferidas na arquitetura de interiores.

Estilo contemporâneo

As principais características que definem o estilo contemporâneo é a opção por móveis de linhas retas e sofisticadas, um visual clean, e uma paleta de cores neutras e claras. “Aprecio muito a possibilidade que a decoração contemporânea nos proporciona no tocante à inserção pontual de cores mais fortes”, afirma Karina Korn. Ao aplicar uma base com tons que vão de um cinza claro à nuances de bege, por exemplo, a arquiteta pode escolher aplicar o vigor de cores como o preto, azul e o vermelho em itens como almofadas, mantas e quadros.

Materiais como madeira, mármore, vidro e itens metálicos também se fazem presente nesse estilo decorativo e tornam o visual mais elegante. A preocupação com amplitude visual é outro destaque do décor contemporâneo, já que sua concepção busca por uma circulação fluida e que garanta a funcionalidade do espaço.

Quando o assunto é estampa, entram em cena as padronagens mais sutis, como o geométrico, em uma paleta clara e neutra, e estão presentes em papéis de parede e tapetes. Por privilegiar um visual mais limpo, os adornos decorativos são dosados e usados na medida certa, sem excessos.

Estilo Industrial

Releitura do estilo que tomou conta de nova Iorque nos anos de 1960 – na época a população crescia muito e foi preciso recorrer a antigos galpões e fábricas, que por sua vez se transformaram em amplos lofts. Assim, não é para menos que o estilo industrial realce alguns atributos de antigas fábricas, como tubulações e tijolos aparentes.

Repaginado para o século XXI, a decoração traz algumas atualizações: se a parede não for construída em tijolinho, a matéria-prima é notabilizada pelo brick, revestimento com uma espessura bem menor e em diferentes tonalidades.

A iluminação é visível por meio de conduítes aparentes e, até as lâmpadas com filamentos aparentes caem nas graças desse estilo – porém, a versão atual traz a tecnologia LED, escolha que garante economia de energia.

No mobiliário, a mistura de elementos a madeira rústica, o ferro envelhecido e até mesmo peças de design entre os elementos da composição. As paredes também recebem o efeito de cimento queimado, garantido por materiais bem mais fáceis de aplicar, como tintas que garantem o efeito.

Para a decoração, elementos vintage entram em cena. Máquinas de escrever e fotográficas analógicas entram como itens decorativos. Assim como quadros abstratos, itens geométricos ou em cobre.

Minimalismo

O próprio nome já diz muito sobre o estilo de decoração: o minimalismo se refere a movimentos artísticos que aconteceram durante o século XX e que utilizavam poucos elementos – porém fundamentais – como base de expressão. E na decoração não é diferente.

O termo ‘menos é mais’ tem muito a dizer sobre esse estilo, que tem o branco e tons muito claros como predominante. Nos ambientes, apenas aquilo que é necessário para o dia a dia dos moradores. Nada de adornos desnecessários e peças rebuscadas, nos ambientes projetados sob esse estilo. Design clean e leveza na composição sintetizam o minimalismo.

Além da estética, a escolha pelo estilo relaciona-se diretamente ao propósito de vida desses moradores, que apostam na simplicidade e acreditam que a casa deve ser um refúgio de paz e tranquilidade em contraponto ao caos do mundo.

“A decoração minimalista é baseada na sobriedade. A extravagância e o excesso são cuidadosamente substituídos por uma atmosfera baseada na simplicidade onde cada móvel, objeto e elemento tem a sua função e sua razão de existir no cômodo”, explica Paula Passos, sócia de Danielle Dantas no escritório Dantas & Passos Arquitetura.

Estilo retrô

Inspirado na decoração do século XX, o estilos de decoração retrô é pautado na utilização de móveis e objetos modernos que contam com um design que remete ao passado – diferença crucial entre o vintage, que traz na decoração os itens do século anterior.

O ambiente pode ser totalmente decorado com as peças inspiradas nos anos de 1960 e 70, assim como trazer peças pontuais, que evoquem o design. Entre os itens preferidos, o sofá com pé palito, estampas grandes e coloridas em papeis de parede e eletrodomésticos com bordas arredondadas são os preferidos de quem aprecia a decoração.

A paleta traz tonalidades vibrantes e quentes, como o vermelho, amarelo e laranja. O azul-claro também está presente no estilo e é muito lembrado por ter sido muito destacado em carros da época, como a Kombi e o Fusca.

Estilo Escandinavo

Como o próprio nome diz sugere, o design escandinavo surgiu no norte da Europa, na península Escandinava, composta pelos países Suécia, Noruega, Islândia, Dinamarca e Finlândia. Com início no começo do século XX, consistiu-se em um movimento de decoração com características como o minimalismo, a simplicidade e a funcionalidade.

O estilo explora a luminosidade e claridade dos ambientes. Tal característica é uma resposta aos invernos rigorosos e escuridão presente nos países durante o período. Para a propagação da luz, a escolha de cores para o ‘pano de fundo’ não poderia ser outra e, por isso, o escandinavo explora elementos neutros e claros, como branco, cinza e o bege.

Para quebrar a frieza das tonalidades predominantes, a madeira entra em cena trazendo conforto visual e aquecendo os ambientes. Assim como estofados com texturas que aquecem o ambiente, as mantas de maxitricot e pelúcia.

Estilo moderno

Muito confundido com o estilos de decoração contemporâneo, a arquitetura de interiores moderna é derivada de um movimento arquitetônico que ganhou forma na primeira metade do século XX, que buscava uma quebra entre o clássico e rebuscado que predominava nas construções até então.

Como forma de contrapor ao estilo em voga até então, as peças ornamentadas dão lugar a linhas retas e objetos funcionais e com propósito. O arquiteto suíço naturalizado francês, Le Corbusier, foi o percursor do estilo, e a máxima ‘A casa é uma máquina de mora’ diz muito sobre como os lares seriam a partir dali.

Para as cores, o duo preto e branco nunca teve tão em alta como protagonistas. A partir dessas tonalidades, cinza e bege também são usados como base dos ambientes. E tons mais fortes, como os primários (azul, vermelho e amarelo) entram em usos pontuais no ambiente. O aço inoxidável cromado também compõe os ambientes.

Nos móveis, as linhas retas são a grande pedida. Esse fascínio pelas linhas ortogonais também serve como base para os layouts dos espaços. No décor, os móveis são posicionados ao longo de uma linha imaginária, criando uma ordem geométrica. No quesito itens decorativos, a máxima seguida é a mesma do minimalismo, onde o menos é mais. Nada de itens desnecessários sobrecarregando o visual do espaço: no estilo moderno, só entram as peças essenciais aos moradores.

Rústico

Perfeito para quem busca trazer a atmosfera do campo para dentro ou fora de casa, o estilo rústico explora as texturas e imperfeições dos elementos naturais na composição dos ambientes. Entre as escolhas mais comuns desse estilo estão elementos como pedras, vime, madeira, cerâmica, linho, palha e couro.

A aparência desgastada das peças também é valorizada. É o caso dos móveis de madeira com pintura em pátina, por exemplo, assim como metais com aparência de oxidados e louças com toque vintage.

A paleta de cores traz o marrom da madeira em harmonia com tons claros que garantem leveza e frescor para a decoração. Para a decoração, nada mais rústico do que explorar flores e plantas nas composições, por transmitir uma atmosfera campestre e natural aos ambientes, que por sua vez também aparecem nas estampas de sofás e almofadas.

Oriental

Muito além da decoração inspirada nas culturas japonesas e chinesas, o estilo oriental explora também referências de toda a Ásia, como Índia, Turquia, e Tailândia, que emprestam ao cenário decorativo oriental, beleza, tranquilidade e praticidade.

Neste estilo, exageros não tem vez. Os ambientes decorados com estilo oriental precisam trazer a harmonia em primeiro plano, contando com equilíbrio de formas e elegância. Isso porque esse tipo de decoração deve proporcionar a sensação de tranquilidade e paz aos ambientes.

Entre os itens orientais preferidos pelos brasileiros estão o biombo, a cama-futon, e elementos decorativos que trazem a árvore cerejeira – símbolo da cultura japonesa que traz como simbolismo a vida, o amor e a felicidade.

Provençal

Provença, no sul da França é a grande inspiração para esse estilo. A região preserva o estilo de vida do campo em meio a uma paisagem campestre maravilhosa, com muitas montanhas, mar e campos de lavanda.

Não é surpresa que o estilo provençal valorize os elementos naturais como a madeira e as flores em uma composição romântica. Neste estilo, a madeira clara ou pintada de branco é a preferência para compor os ambientes e os móveis revelam linhas arredondadas e detalhes ornamentados, assim como a aparência de envelhecidos.

Para a decoração, as flores entram em cena em grandes arranjos ou nas estampas em almofadas e estofados, deixando a composição bem delicada. Abajures e lustres de cristal também são superbem-vindos, já que remetem a um clima mais intimista.

“Aprecio o toque romântico e agradável que a decoração provençal provoca no ambiente”, releva Ieda Korman.

Colonial

A arquitetura colonial no Brasil é definida pelas construções realizadas desde o descobrimento do território brasileiro em 1500, até a Independência, em 1822. Dessa maneira, o estilo colonial é inspirado na arquitetura desse período da história brasileira, e derivou das antigas construções europeias da época da colonização.

Assim, esse tipo de decoração traz uma releitura de casa de fazenda, que deveriam privilegiar o conforto e a sofisticação que os portugueses colonizadores não abriam mão.

A madeira maciça é muito utilizada nas composições coloniais, e estão presentes desde o piso até os móveis e objetos decorativos. Até o sofá pode trazer a estrutura de madeira escura, com o estofado em tecidos que podem ser lisos ou trazer estampas como listras e flores, mas em tons claros.

Häfele apresenta projetos para pequenos espaços

Postado por Thiago Rodrigo em 08/out/2021 - 1 Comentário

Uma tendência tão presente nos últimos anos no mercado imobiliário, principalmente nos grandes centros urbanos é viver em pequenos espaços. O adensamento e valorização da metragem quadrada trouxe desafios às construtoras, engenheiros, arquitetos, projetistas, designers e marceneiros. Desse modo, após a criação da “Casa Cubo” (2012) – projeto com apenas 39 m² criado pelo designer alemão Werner Aisslinger, em parceria com a Häfele, que combinou os usos essenciais de viver, cozinhar, comer, trabalhar e dormir numa peça de arquitetura elegante e altamente funcional – e do desenvolvimento do multipremiado “Youth Lab” (Interzum, 2013), projeto-piloto que visava apresentar um novo olhar para os hostels contemporâneos por meio da combinação de mobiliários versáteis e flexíveis – a Häfele apresentou durante sua participação na BAU 2017, a mais importante feira do setor de construção da Europa, o seu novo projeto, “Microapartamento 20/30 (2017) para mostrar como é possível viver confortavelmente mesmo com uma quantidade limitada de espaço. O sufixo “20/30” se referia diretamente a esta escalabilidade do projeto, que podia variar entre 20 e 30 metros quadrados, dependendo das necessidades.

Em 2018, a SIFE introduziu o conceito de construção modular tipo container e lançou um concurso de pequenos apartamentos container para chamar atenção para o conceito e a Häfele se associou a Alejandro Felipe, Arquiteto Chefe do HTI Studio, e construiu um apartamento com área de 32 m² dedicado a atividades de lazer e férias. O projeto “SKAIOpartment” (2019) foi concebido em 34 metros de altura, “SKAIO” é o primeiro e até agora único arranha-céus de madeira na Alemanha. Para o planejamento da construção civil do projeto, foi escolhido o escritório de arquitetura de Berlim Kaden + Lager. Juntamente com os dois escritórios de arquitetura AAg Loebner Schäfer Weber, Heidelberg e LAVA, Stuttgart/Berlin, os conceitos foram desenvolvidos em uma série de workshops com diferentes abordagens espaciais baseadas na experiência em produtos 360° da Häfele e nas soluções de montagem. Conheça os principais projetos Häfele apresentados dentro dos conceitos de Micro-Living e de #maisvidaporm2.

Casa Cubo (2012)

Casa Cubo Funcional – traduzindo a filosofia mais vida por m² Quanto espaço teremos no futuro e como iremos utilizá-lo de forma eficiente? O Cubo Funcional Häfele buscou estas respostas no ano de 2012. Um ambiente foi criado para ser constantemente reinventado, colocando o morador em primeiro lugar, com novas e criativas soluções em ferragens.

Hafele

Cozinha – espaço multiuso

Ela se torna perfeitamente acessível quando necessária. Quando não utilizada, ela desaparece atrás das portas. Até mesmo as superfícies de bancadas agregam tecnologias. Elas se movem e continuam totalmente operacionais. Depois da pausa é hora de voltar ao trabalho. O ambiente em nada lembra que acabou de ser usado para cozinhar.

Ambientes Integrados

Que tal relaxar com música e aproveitar o tempo livre? Toda a tecnologia necessária está atrás de uma porta de correr e para assistir TV, pressionando um botão, a tela surge de uma abertura no tampo do móvel. No mesmo ambiente, uma escrivaninha se transforma em uma cama.nO conceito de morar em um único ambiente, porém com inúmeras possibilidades de projetos e soluções. Assista ao vídeo do projeto no YouTube.

Youth Lab (2013)

Funcionalidade para cada tipo de hóspede

A Häfele está ajudando a tornar as acomoda¬ções em viagens mais confortáveis no futuro. O “Youth Lab” é um projeto feito em coope¬ração com a Bavarian Association of German Youth Hostels (DJH) e estudantes da Univer¬sity of Applied Sciences de Munique, orienta¬dos pela professora Ruth Berktold.

Jovens, adolescentes e os jovens de espírito formam o público-alvo do projeto. O desa¬fio para a Häfele foi de projetar um ambiente onde fosse possível a flexibilidade para aco¬modar de dois a seis hóspedes, oferecendo áreas para atividades em grupo e privadas.

Conheça tecnologia que ampliou qualidade do colchão

O resultado é um quarto multifuncional, capaz de acomodar confortavelmente estudantes em seis camas – mas que pode facilmente ser transformado em um quarto para famílias com duas crianças e uma cama de casal.

Soluções versáteis para móveis e ferragens complementam esse conceito, permitindo que um mesmo quarto consiga suprir inúmeras ne¬cessidades, promovendo a otimização do espaço. Por exemplo, a porta do banheiro foi projetada para ser aberta para dentro a 90°; nessa posição, ela efetivamente separa o chuveiro e a pia, como uma parede móvel.

Isso significa que o banheiro pode ser utiliza¬do simultaneamente por dois indivíduos que não tem intimidade. A Häfele oferece uma ou¬tra maneira de economizar espaço com uma cama de casal e uma mesa que podem ser compactadas e embutidas na parede.

Micro apartamento 20/30 (2017)

Soluções para os desafios da nova era

Seguindo o conceito “Mais vida por metro quadrado” e em consonância ao tema da feira “O futuro da construção”, a multinacional alemã trará em seu estande uma sugestão de moradia atraente e flexível, que pode ser facilmente adotada pela indústria moveleira e da construção civil.

Baseado em um sistema modular, o projeto do “Microapartamento” oferece soluções para todos os tamanhos de orçamentos. Assim, a proposta pode ser adaptada para diferentes públicos, sendo acessível para novas famílias, moradores mais idosos, ou então ajustada de acordo com as necessidades do usuário.

Símbolo para capacidade de desempenho no projeto

O projeto modular do “MicroApart 20/30” realmente oferece uma ampla gama de soluções para diferentes orçamentos, e pode ser utilizado tanto em novos como em antigos imóveis. Utilizando um sistema de zoneamento intervalado, o projeto pode ser escalonado de acordo com as medidas do apartamento, mobílias e acabamentos, bem com o tempo que se pretende ficar no imóvel.

O sufixo “20/30” se refere diretamente a esta escalabilidade, que pode variar entre 20 e 30 metros quadrados, dependendo das necessidades. Com um tamanho mínimo, começando em 20 metros quadrados, este conceito modular não apenas atende às necessidades e desejos dos futuros moradores, mas também impressiona com o seu design harmonioso, conteúdo funcional e custos acessíveis.

SIFE (2018)

Apartamento de férias em contêiner em 32㎡

O adensamento das moradias e a contínua migração para os centros urbanos é o que chama a atenção dos incorporadores e consumidores imobiliários, e terá uma demanda explosiva em um futuro próximo. SIFE 2018 introduziu o conceito de construção modular tipo container e estreou um torneio de pequenos apartamentos container para chamar atenção, Häfele se associou a Alejandro Felipe, Arquiteto Chefe do HTI Studio, e construiu um apartamento com área de 32 metros quadrados dedicado a atividades de lazer e férias.

Transformadores espaciais

O apartamento é um desses espaços. À primeira vista, parece que não há muitos móveis à sua disposição. No entanto, a cozinha, o quarto, o guarda-roupa, o toucador, a casa de banho e até as mesas e cadeiras de que necessita estão todas escondidas nas paredes como blocos.

Os encaixes da porta deslizante pivotante são aplicados à porta da cozinha, porta do armário de armazenamento e porta da cômoda, fazendo com que as áreas de função possam alternar facilmente entre o estado de abertura e ocultação – conforto e limpeza podem ser atendidos.

Cores influenciam no humor

Portas giratórias equipadas com ferragens para portas deslizantes conectam a sala de estar e o quarto, o quarto e o banheiro. O método de abertura sem barreiras otimiza o espaço e um amortecimento silencioso ajuda a criar um ambiente confortável. A parede de alta resistência com função de armazenamento libera e oculta o espaço do quarto.

Os conceitos aplicados para mobilidade e múltiplas funções dos móveis; tampos giratórios ou extensíveis para mesas, pequenos armários com rodízios podem ser facilmente movimentados. Portas deslizantes, uso de cestos e organizadores tornam as tarefas mais simples e mantém a organização dos espaços.

SKAIO Apartment (2019)

O que você mais precisa em um micro apartamento? Espaço!

Os arquitetos conseguiram dissolver com sucesso essa aparente contradição em ambos os apartamentos: com hall de entrada, sala de estar, sala de jantar, cozinha, quarto e banheiro – em um apartamento para 2 pessoas – os pequenos apartamentos possuem todos os elementos de um apartamento “normal”. Até uma despensa pode ser acomodada!

Tudo é organizado de maneira inteligente e com economia de espaço: o arranjo extremamente compacto dos móveis embutidos, que somam impressionantes 14 metros de espaço no armário, significa que os apartamentos têm muito espaço de armazenamento para atender às diferentes necessidades com muita eficiência.

A gama se estende de móveis de armazenamento baixo, que também servem como banco, sobre unidades de parede até dispensas com altura da sala. Portas de correr práticas, luz nos móveis. A funcionalidade Häfele oferece o mais alto grau de flexibilidade e versatilidade para o mobiliário doméstico – com um investimento comparativamente baixo.

As soluções em ferragens Häfele atendem as mais diversas demandas da marcenaria e arquitetura de interiores. Qualidade alemã e confiabilidade, presente nos melhores revendedores do ramo em mais de 20 estados brasileiros há 20 anos no Brasil.

Cores influenciam no humor e podem afetar produtividade no home-office

Postado por Thiago Rodrigo em 09/set/2021 -

Com o home-office praticamente estabelecido na rotina de trabalho muitos fatores podem distrair e diminuir a produtividade. Entretanto, um grande aliado pode ser encontrado na composição de cores do ambiente. Elas são capazes de provocar diversas sensações, desde estimular a atividade cerebral, até proporcionar um ambiente tranquilo e relaxante, permitindo a execução de atividades profissionais e de lazer.

Segundo a WGSN, consultoria especializada em tendências de comportamento, a escolha de uma cor pode ser guiada pelo desejo de aliviar a ansiedade ou obter energia e equilíbrio, por exemplo. Isso ocorre, pois, as tonalidades possuem impacto relacionado ao conforto emocional das pessoas.

Cores influenciam no humor

Por exemplo, um ambiente onde o vermelho predomina tende a estimular maior precisão e aptidão daqueles que necessitem melhorar a memória e a atenção, revela um recente estudo elaborado por cientistas da Universidade da Columbia Britânica (UBC), no Canadá. Enquanto as cores quentes estimulam o aumento da atividade cerebral, a escolha correta para fomentar ou aumentar a criatividade é trabalhar e se movimentar em ambientes de cor azul.

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Com mais de 80 anos no mercado e produtos criados a partir de um estudo minucioso da equipe de pesquisa e inovação, a Todeschini conta com opções de cores mais modernas capaz de tornar qualquer ambiente ainda mais sofisticado e produtivo. A empresa fez uma campanha de valorização das cores nos ambientes, que busca despertar sensações através do uso assertivo das tonalidades. Confira como as cores influenciam no humor e os benefícios de algumas delas.

Azul 

O tom de azul do padrão Índigo da Todeschini oferece um efeito energizante instantâneo aos olhos e garante elegância sem esforço. Versátil, ele emana estabilidade e sofisticação em igual medida. Afinal, é uma cor que se relaciona com a atenção plena, meditação e é capaz de inspirar sentimentos de autorreflexão. É possível combinar com outros elementos, como madeira e pedras.

Verde

 Escolhida pela WGSN em 2020 como uma das cores que invadiria o décor, o padrão Oliva cria uma sensação de um lar calmo e ao mesmo tempo que traz um ar natural e de frescor. O toque acinzentado do padrão confere um efeito que é muito apreciado por diferentes gerações de consumidores, passando a sensação de conforto e acolhimento.

Brancos

Os tons neutros, assim como o branco promovem a criatividade, principalmente se o local possui muita luz natural. Em ambientes pequenos, a cor branca transmite uma sensação de amplitude, o que é benéfico especialmente para locais não preparados para o home-office. Além disso, o uso desta tonalidade remete a um ambiente calmo e tranquilo.

Tons neutros

O padrão Pecan, da Todeschini, é inspirado na noz que leva seu nome e contribui para a sensação de harmonia e equilíbrio nos interiores, com um tom neutro sutil, mas que traz um toque quente e levemente terroso para a decoração. O padrão ainda é uma excelente alternativa aos tons de cinza, incorporando uma vibração sutil e natural.

Móveis coloridos para o verão

Com a chegada dos dias mais quentes do ano, não foi só o clima que mudou. O verão traz consigo toda a alegria e cores que são a cara da estação. Sendo assim, quando se trata dos nossos lares, nada melhor do que aproveitar o período para dar aquele up nos espaços, afinal, as cores têm o total poder de renovar ambiente.

Para aqueles que amam inovar na decoração, os móveis coloridos podem ser um excelente jeito de começar. E o melhor de tudo é que não precisa fazer grandes mudanças para transformar completamente o visual da casa. A Simonetto, marca com experiência em mobiliário planejado, selecionou algumas dicas simples e eficientes para auxiliar nessa função.

Decoração minimalista: o mais legal de investir em móveis coloridos é que eles são muito versáteis. Uma das possíveis opções é optar por um tema minimalista. Ele é ideal para destacar elementos em um ambiente doméstico. Sua principal característica é colorir um ambiente mais neutro apenas alguns móveis, o que resulta em um aspecto clean e sóbrio.

Combinar diferente cores: é possível combinar cores diferentes sem que elas entrem em conflito. Para isso, é preciso buscar o equilíbrio entre os tons e os tamanhos. Um exemplo, é combinar um sofá laranja com parte da mobília no tom salmão. O contraste será amenizado pela diferença de tamanho entre as peças. Outra forma é optar por nuances que sejam semelhantes, sendo mais fácil de mesclá-las.

Sem exageros: para evitar combinações exageradas nada melhor do que planejar bem as escolhas. Então, analise o cômodo e tente visualizar como os móveis se encaixam no ambiente e como eles podem combinar entre si. Assim se evita o investimento em uma mobília com cores que não harmonizam juntas, resultando em um espaço com visual confuso.